Quase Nicolau – Vidairada (2025) (single)

Quase Nicolau – Vidairada (2025) (single) 

Ao fim de três anos de trabalho, eis que agora, a 11 de Abril, chega FELICIDADE MODERNA, o primeiro álbum de longa duração dos Quase Nicolau.

Em FELICIDADE MODERNA há lugar para muita coisa diferente. Ao longo de onze canções, entre as quais suites, baladas, valsas e outros temas mais dançantes ou roqueiros, os Quase Nicolau não se prenderam a um só som. O mais importante, aliás, era que cada canção se parecesse apenas consigo mesma. Daí que a banda, com a ajuda do produtor João Correia (Tape Junk, Bruno Pernadas, Benjamim), se tenha entregue a uma constante experimentação musical que atravessou todas as estações do ano. Entre as paredes do estúdio todos puderam tocar tudo. Assim surgiram não só instrumentos que a banda toca ao vivo, qual uma profusão de guitarras clássicas, acústicas, eléctricas e regionais, teclados, baixo e bateria, como os timbres mais coloridos de metalofones, melódicas, sintetizadores, slides, percussões de todos os feitios, ruídos naturais e digitais, samples vocais e instrumentais e até uma conversa à chuva com um pequeno cão dourado. A palete instrumental não estaria completa, no entanto, sem as contribuições dos músicos convidados Vasco Robert e João Capinha, que tocaram, respectivamente, piano em quatro faixas e saxofone tenor, saxofone alto e flauta transversal em três.

Mas claro que para quem ouvir FELICIDADE MODERNA o mais evidente serão as vozes. Muita da força e da diferença da música dos Quase Nicolau vem das vozes, dos coros com que, entre os cinco membros da banda, entoam letras delicadas, honestas e sentidas, em que a língua portuguesa tem um papel fundamental. Não quer isto dizer que uma voz nunca venha sozinha. Uma das principais aprendizagens que os Quase Nicolau trouxeram de ALVORADA, o seu EP de estreia, para FELICIDADE MODERNA, foi a de que menos pode ser mais. Com essa ideia em conta a banda também se aventurou, mais do que nunca, pelos seus momentos mais despojados e vulneráveis.

Antes de chegar FELICIDADE MODERNA, a 11 de Abril, vem ainda o seu último single, “VIDAIRADA”, uma semana antes. De todos os avanços que precederam o disco é, a um mesmo tempo, o que tem os momentos mais experimentais e os mais dançantes, os coros mais abstractos e os refrães mais pop. O fio condutor que une tudo é o humor e a melancolia de uma letra cantada com terna ironia.

Depois de terem vencido, a 21 de Março, a eliminatória lisboeta do Indie Music Fest, os Quase Nicolau têm já dois concertos de apresentação de FELICIDADE MODERNA na agenda: o primeiro em Lisboa, no Musicbox, a 18 de Junho; e o segundo no norte de Portugal, por ocasião da final do Indie Music Fest, em Paredes, a 21 de Junho. Ao vivo, a banda apresenta-se como sexteto, contando, além da formação nuclear, com Luís Beirão na voz, teclados e clarinete. Nos alinhamentos podem-se esperar as canções de FELICIDADE MODERNA e ALVORADA, bem como algumas surpresas e primeiros temas de um próximo trabalho cuja composição já começou.

African Roots #74

African Roots #74

Autor:

Gil Santos 

African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.

Tudo gravado em vinil.

TRACKLIST:

1 – Afel Bocoum – Bombolo Liilo

2 – The Boyoyo Boys – Puleng

3 – Amampondo – Tere Tere

4 – Victor Démé – Djôn’Maya

5 – Belita Palma – Nguxi

6 – Tulipa Negra – Merengue

7 – Abel Lima – Nós Castigo

8 – Wells Fargo – Watch Out

9 – The Apples – Deep Funk

10 – Matata – I Feel Funky

11 – Professor Wouassa Feat Ebo Taylor – Serema 

12 – Akofa Akoussah – La Lem

13 – Rikki Ililonga – Sansa Kuwa

14 – Zani Diabate – Mangoya Kun

15 – Alhousseini Anivolla – Algher

16 – Malamini Jobarteh – Solo

Cláudia Zarro – Nazare (2025) (single)

Cláudia Zarro – Nazare (2025) (single) 

Cláudia Zarro, natural da Nazaré, iniciou a sua carreira em 2010, ano em que venceu o Concurso de Fado Amador dos “Amigos do Fado de Tomar”, um marco que assinalou o início da sua afirmação como fadista promissora. Dotada de um talento capaz de embalar qualquer plateia, Cláudia Zarro tem uma voz marcante que lhe permite alternar entre momentos de suavidade e explosões emocionais que chegam ao coração de quem a escuta. A sua interpretação autêntica e apaixonada é uma celebração à Canção Nacional, onde homenageia a beleza e a força do mar da sua terra natal.  

“ReCente” é o primeiro trabalho discográfico da fadista nazarena. Um convite para uma viagem musical entre o passado e o futuro, entre o Tradicional e a Modernidade, entre as suas próprias palavras e as dos Mestres da Poesia conhecidos do grande público.  Faz-se acompanhar por sete virtuosos músicos e juntos aliam o Fado a novas sonoridades, explorando uma linguagem contemporânea e transversal, prometendo um concerto versátil, inovador e atual, que ficará na memória de todos.

“Nazaré” é o single de apresentação com autoria de Mafalda Veiga.

Luiana Abrantes – Enamorada (2025) (single)

Luiana Abrantes – Enamorada (2025) (single) 

“Refúgio” é o local do meu interior onde me encontro com Deus, onde medito, onde me sinto em paz e onde componho as minhas músicas. Procuro trazer a essência desse “Refúgio” para tudo o que faço na vida e para todos os relacionamentos que estabeleço. É o nome que escolhi para este meu primeiro album.

O seu estilo musical enquadra-se na worldmusic, estando presente o ritmo angolano – Semba, bem como os sons do Brasil e o jazz.

Este trabalho musical, de 10 temas, desenvolvido entre Lisboa (ThisisSessions) e Londres (GMS), resulta do feliz encontro com o afamado músico e produtor Theo Pascal, com quem estabeleceu uma relação de forte amizade e de entendimento, muito baseada num olhar comum sobre a vida.

Neste album, inteiramente produzido por Theo, colaboram músicos de créditos firmados como Lúcio Vieira, Carmen de Souza, Zéze Araújo, Zoe Pascal e o próprio Theo Pascal.

O seu estilo musical enquadra-se na worldmusic, estando presente o ritmo angolano – Semba, bem como os sons do Brasil e o jazz.

Radio barraka #5

Radio barraka #5

RÁDIO BARRAKA é um DJ set totalmente improvisado, onde a música flui sem roteiros nem limites. Cada episódio é uma viagem sonora espontânea, que explora ritmos próximos da linha do equador, desde o continente Africano até à América Latina, das Caraíbas à Polinésia – tudo pode acontecer. Gravado numa casa circular construída à mão, o espírito da RÁDIO BARRAKA mantém-se livre e autêntico. Entra na Barraka – que até a barraka abana!

PLAYLIST RADIO BARRAKA #5

Alcione – Aruande

Maria Rita – O Homem Falou

Caetano Veloso – Não Enche

Bezerra da Silva – Rabo de Saia

Dona Onete – Homenagem aos Orixás

Pinduca – Sinhá Pureza

Pinduca – Dança do Carimbó

Silvério Pessoa – Puxa o Fole Zé

Bonga – Samania

Jorge Neto – Morena

Voto Gonçalves – Onongombe

Sara Tavares – Coisas Bunitas (iZem & Karlos rotsen Remix)

Burna Boy – Gbona

Skales & Burna Boy – Temper Remix

Cassper Nyovest – Who Got the Block Hot? (Feat. Frank Casino)

Chaka Demus & Pliers – Bam Bam

Elida Almeida – Dondona

Camilo Domingos – Doce Vita

Voto Gonçalves – Nas Kigilas nas Malambas

Magic System – 1er Gaou

Alessandra Leão – Samba Duro

Prazeres Interrompidos #362: Eric Denécé – A História Secreta das Forças Especiais (2009)

Prazeres Interrompidos #362: Eric Denécé – A História Secreta das Forças Especiais (2009)

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

Desde a Antiguidade as operações especiais têm sido muito numerosas. No entanto, devido ao perfil do trabalho, seus registros foram ocultados da história. Foi a partir da Segunda Guerra Mundial, quando assumiram um caráter institucional dentro das Forças Armadas, que a atuação dessas operações se intensificou ainda mais, tornando-se mais importantes do que jamais foram e atingindo uma visibilidade imensa. As forças especiais são unidades extraordinárias, capazes de intervir nas situações mais críticas e cumprir missões consideradas ‘impossíveis’. Forces Spéciales, na França, Delta Force, nos Estados Unidos, Special Air Service, na Grã-Bretanha, Spetsnaz, na Rússia… Sob essas denominações, combatentes tarimbados organizam-se discretamente e, dispondo dos mais sofisticados aparatos tecnológicos, envolvem-se com serviços de informação, sabotagem, recrutamento para movimentos de guerrilha, libertação de reféns e qualquer outra missão que aparecer em seus caminhos. Mas, afinal, quem são esses homens que integram esses regimentos especiais? Como conduzem suas operações? Como são treinados? Quais são suas armas?

Chomg Kwong – Ginger (2025) (single)

Chomg Kwong – Ginger (2025) (single) 

Chong Kwong lançou no dia 21 de Março, o último single – Ginger – antes do álbum. Ginger marca a versatilidade de Chong Kwong em termos de estilo e género musicais com uma abordagem sonora que junta hiphop, afro e pop. Bruce Lee é o single oficial do álbum e é um hino de rap pujante que combina a atitude única e o estilo marcante da artista. Antes destes singles, Chong Kwong lançou outras músicas que lhe trouxeram o respeito e admiração da indústria e do público com destaque para Chong Kwong, Não te convidei, Salute e Bambu que marcaram presença nas principais playlists de hip-hop nacional e se fizeram acompanhar de videoclipes de incrível qualidade, todos com a direção criativa e produção executiva da artista.

Folívora – Nokia (2025) (single)

Folívora – Nokia (2025) (single) 

CREDITS

Music by: Folívora

Lyrics by: Tiago Moutinho

Recorded, Mixed and Produced by: Bruno Brites

Mastered by: Smile

Cover art and album visual design by: Beatriz Ferreira e Miguel da Mota

Recorded at: Blacksheep Studios, Estúdio de Bellas

Special thanks to Ricardo Morais and Beatriz Afonso for the reference of our cover, Filipa Teixeira, Gonçalo Mendes e João Sousa for taking photos of us on the road, to our friends and families who support us all the way, and to you for listening to this album.

BEST OF APRIL 2025 B&W Humanist and Street Photography Corner

Coffee Breakz #113 — Visions of Bodies Being Burned

Coffee Breakz #113 — Visions of Bodies Being Burned

Autor: Helder Gomes

Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.

Tracklist:

1. Dälek — Spiritual Healing 

2. Death Grips — Guillotine 

3. Clipping. — Say the Name 

4. Shabazz Palaces — An Echo From the Hosts That Profess Infinitum 

5. Busdriver — Imaginary Places 

6. Moor Mother — Creation Myth 

7. El-P — The Full Retard 

8. JPEGMAFIA — Baby I’m Bleeding 

9. Ho99o9 — Blood Waves 

10. Saul Williams — Black Stacey 

11. The Bug — Skeng (ft. Flowdan & Killa P) 

12. Odd Nosdam — Ethereal Slap 

13. Aesop Rock — None Shall Pass 

14. cLOUDDEAD — Dead Dogs Two 

15. Themselves — It’s Them

Beatriz Pessoa – Pó De Palco (2025) (single)

Beatriz Pessoa – Pó De Palco (2025) (single)

A “Pó de Palco” nasce da dicotomia da artista querer parar com a sua própria carreira, mas encontrar uma vontade enorme em compor uma canção sobre isso. Nas suas palavras, “esta canção nasceu de um sítio de desilusão com o meio musical e com a minha carreira. Sentia-me com vontade de desistir de escrever canções ou, pelo menos, de as lançar às garras do mundo. Por ironia senti que a única forma que tinha para sair desse loop mental e para encontrar um horizonte qualquer seria o de me sentar a compor. E aqui está este “Pó” de um palco do qual não consigo e acho que não quero sair. Uma música que espelha um bocadinho todo este mundo de contra-sensos onde o melhor é mesmo ‘Cantar para não chorar!’”.

“Pó de Palco” é a primeira canção a ganhar um videoclipe que estreia nas redes da artista, um trabalho realizado por Maria Bicker e Daniel Mota e protagonizado pela própria.

Em breve a artista embarca numa digressão por clubes à volta do país, o regresso de Beatriz Pessoa aos palcos e o aquecimento para aquela que será a digressão de apresentação do novo disco a editar em 2026. Esta tour passa por Lisboa, Torres Vedas, Ílhavo e Porto e os bilhetes já estão disponíveis. Mais informação nos locais habituais.

Tiago Cardoso – Quero Dormir (2025) (single)

Tiago Cardoso – Quero Dormir (2025) (single) 

Tiago Cardoso lança Quero dormir, novo single que antecipa o disco Dormências

“Quero Dormir” é o primeiro single de Dormências, o álbum de estreia de Tiago Cardoso a solo, a ser lançado este ano. 
Uma canção que reflete sobre a alienação na sociedade, abordando temas como a ganância, a desigualdade, a violência em nome da religião e a forma como o entretenimento nos distrai da realidade.

Com versos que expõem essas questões de forma irónica, Tiago não se coloca fora da crítica – afinal, faz parte da mesma sociedade que questiona. O refrão traz uma imagem forte: um jovem pede à mãe para apagar a luz, pois quer continuar a dormir. Uma metáfora para o nosso próprio comportamento coletivo – ignoramos o que nos rodeia porque é mais fácil não ver.

Mas e se, por um instante, a luz se acender? Se esta canção abrir uma pequena fresta na escuridão, já será uma vitória.

Quero Dormir já está disponível em todas as plataformas digitais.

quem é tiago cardoso

Tiago Cardoso desde cedo começou o seu percurso no mundo da música, estudando na Academia de Música de Santa Cecília. Anos mais tarde, e já afastado da música, começou a ganhar o gosto pela escrita e ouvindo aquela que seria a sua banda preferida, Pink Floyd, percebeu que podia expressar o que sentia através de canções. Assim, numa mudança de rumo repentina e, seguindo o coração, arriscou neste mundo!

Iniciou a sua aventura na banda Vila Martel, com dois discos editados, onde foi baixista, compositor e letrista. O disco “Nunca Mais é Sábado” esteve bastante presente por diversas rádios (Antena 3, Vodafone FM, Radar) com os singles “Não Nos Deixem Ir Embora” e “Ninguém”. 

Agora, procura a sua estreia a solo, com temas mais conceptuais e que abordam temas como os Direitos Humanos. A evolução musical prende-se no género que assume, onde procura um Rock mais progressivo e psicadélico, sem se prender tanto ao “óbvio”. Assume também uma postura mais atrevida, arriscando na megalomania e grandiosidade, tentando sempre juntar vários artistas, de diferentes áreas, na criação de projetos muito completos e diversos,focados na música criada, mas que tragam novas interpretações, visões e criações!