Trovador Urbano #47

David Calderon – Trovador Urbano – 29 de Abril de 2025

Autor:

David Calderon

(episódio de 29 de Abril) 

Trovador Urbano

Presentador:  David Calderón

Inicio emisiones:  Año 1994

Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)

Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am

Tipo: Directo

Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!

Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com

País: Madrid (España)

Hayden Makes Music – Água (2025) (single)

Hayden Makes Music – Água (2025) (single) 

O artista e compositor Português, lança o seu terceiro single “Água“ para todos os que já se sentiram perdidos ou com vontade de desistir. É uma canção com uma carga emocional muito forte e pessoal. “Água”, conta-nos uma história de resiliência, recomeço e a beleza de ter uma segunda oportunidade. A canção capta a essência da transformação do sofrimento em forças para vivermos sendo exatamente quem somos.

“Água”, é uma canção pop despida, que mistura melodias de piano tocadas pelo próprio com letras cruas, vulneráveis e sentidas, envolvendo-nos numa esfera cinemática e intimista, convidando os ouvintes a refletirem sobre as suas próprias experiências e jornadas de vida.

“Esta canção é uma reflexão do meu caminho – “Água” simboliza mudança, sarar feridas e a habilidade de seguir em frente, independentemente de tudo o que possa acontecer de mau” – HAYDENMAKESMUSIC

Mahmundi – Irreversível (2025) (single) id

Mahmundi – Irreversível (2025) (single) 

Quem não se lembra de quando saiu MAHMUNDI, disco que colocou nos holofotes o nome da artista carioca? Em 2016, o álbum abriu os caminhos de uma carreira de sucesso e, agora, ela se reconecta com o que sempre foi, mas de uma nova forma. Irreversível – single que chega hoje (04) às plataformas digitais – dá o tom deste momento e é o resultado do encontro entre MAHMUNDI, o compositor Castello Branco e Adieu, produtor musical da nova geração que já trabalhou com artistas como Pabllo Vittar e Urias. “Estou sempre em busca de novas aventuras e novos sons – este momento de Irreversível está sendo bem especial”, comenta. Ouça aqui.

Na composição da faixa – que marca o início da parceria com a distribuidora estadunidense UnitedMasters – a artista tem ao seu lado Castello Branco, conterrâneo carioca com quem MAHMUNDI nutre uma amizade de mais de dez anos. “Estou muito feliz com esse lançamento, pois ele é uma junção de duas pessoas que admiro muito”, diz ela que revela que a letra de Irreversível partiu de um trecho de um poema do livro Simpatia, de Castello Branco; “e aí fomos misturando ideias até que produzi a faixa e deixei guardada. Quando comecei a trabalhar com o Adieu – que é um produtor muito incrível da nova cena –  mostrei o que tinha produzido e, uns dias depois, ele me apresentou uma ideia diferente. Acabamos chegando nesse resultado que é muito importante pra mim. Nós três – Adieu, eu e Castello Branco – temos uma sinergia muito especial, estou bem animada para este lançamento”, lembra.

Memória de Elefante (28/04/25)

Memória de Elefante (28/04/25)

Memória de Elefante rubrica semanal de 28/04/25 a 04/05/25
Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Tracklist:

  1. Sonic Youth – Kool Thing (1990)
  2. Willie Colón – Panameña (1970)
  3. The Jam – In the City (1977)
  4. Azteca – A Night In Nazca (1973)
  5. B.T. Express – Mental Telepathy (1974)
  6. Joy Division – Interzone (1979)
  7. Michael Kiwanuka – Small Changes (2024)
  8. Giovanni Mirabassi – Cinquantuno (feat. Guillaume Perret, Clément Daldosso & Lukmil Perez) (2022)

1 Álbum 100 Palavras #91: Willie Colon – Wanted By FBI / The Big Break – La Gran Fuga (1970)

1 Álbum 100 Palavras #91: Willie Colon – Wanted By FBI / The Big Break – La Gran Fuga (1970)

Um podcast de Francesco Valente:

1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!

“Wanted By the FBI / The Big Break – La Gran Fuga” (1970) é um dos álbuns emblemáticos do trombonista e produtor Willie Colón, em parceria com o vocalista Héctor Lavoe. Lançado pela Fania Records, o disco combina salsa dura com influências do jazz e ritmos afro-caribenhos, refletindo a energia das ruas nova-iorquinas. A estética de “gangsters latinos” na capa reforça o caráter rebelde e urbano da música. Faixas como “Pa’ Colombia”, “No Cambiaré”e “Abuelita” demonstram o talento da dupla em equilibrar humor, drama e virtuosismo. O álbum consolidou Colón e Lavoe como figuras centrais da salsa dos anos 70.

Boa escuta!

Prazeres Interrompidos #361: 72 Horas – Andrew Gross – O Último Resgate de Auschwitz (2016)

Prazeres Interrompidos #361: 72 Horas –  Andrew Gross – O Último Resgate de Auschwitz (2016)

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

Europa, 1944. E se houvesse algum preso nos campos de concentração cujo conhecimento pudesse alterar o desfecho da guerra?

72 horas é a história de uma missão improvável: o resgate de um único preso, em Auschwitz, em 72 horas.

O objetivo é salvar o cientista que pode definir os vencedores da guerra. Mas como se pode escapar do lugar mais bem guardado no mundo?

Baseado em factos reais, 72 Horas é um thriller arrojado e emocionante sobre a Segunda Guerra Mundial.

Uma combinação engenhosa e inquietante de sentimentos como o dever, o heroísmo, a coragem e a dor, a perda e a culpa.

D. Simon – Rapinar (2025) (single)

D. Simon – Rapinar (2025) (single)

Terceiro single do álbum de estreia “nem tanto ao bar, nem tanto à quebra”, “suficiente” saiu esta sexta, dia 11 de abril.

Depois de um grito de socorro em “CESARINY” e de uma individualização
do seu “eu” em “GÉNESE DE UM AMOR MELHOR QUE ONTEM”, “RAPINAR”
vem como uma força motriz em direção ao pódio que é a realização
pessoal.
Com uma produção crua e direta, o som equilibra agressividade poética
com uma vulnerabilidade rara no rap lusófono atual. É uma carta aberta
à cena, ao público e a si mesmo, onde Simon se confronta com os seus
próprios limites e se recusa a ser engolido por eles.

O tema já pode ser ouvido em todas as plataformas digitais.

Miguel Ricardo Simões, mais conhecido pelo nome artístico D.Simon [Dôn Símon] é um artista do Entroncamento. 

Carreira que começou em 2017, conta com dois EP’s no reportório e em 2025 lançará o primeiro álbum “nem tanto ao bar nem tanto à quebra”. 

Numa mistura de letras soturnas e de crescimento pessoal com instrumentais alternativos e pouco dados ao comum, D. Simon consegue abrir mais uma brecha no Hip-Hop português com uma mistura homogénea de sonoridade apelativa com letras profundas e imagens vivida

Thaíde – O Nosso Rap (2025) (single)

Thaíde – O Nosso Rap (2025) (single)

Thaíde e MV Bill se unem no single “O Nosso Rap”, que chega às plataformas nesta sexta-feira (04)

Faixa inédita ganha clipe na segunda-feira (07) e celebra a trajetória dos artistas no Hip Hop nacional, antecipando o lançamento do álbum “Corpo Fechado, Mente Aberta”

O Rap brasileiro ganha um novo hino nesta sexta-feira (04) com a chegada de “O Nosso Rap”, parceria inédita entre Thaíde e MV Bill. O single, que antecipa o aguardado álbum “Corpo Fechado, Mente Aberta”, é um tributo à força e à história do Hip Hop nacional, trazendo versos que exaltam a caminhada de ambos os artistas e a importância da cultura de rua no Brasil. A faixa ganha videoclipe na segunda-feira (7), e será disponibilizado no canal do Thaíde no YouTube. Faça o pré-save.
“O processo de criação dessa faixa foi inesperado e especial. Eu enviei um áudio pro Bill explicando uma ideia, mas acho que estava no Bluetooth e ele não ouviu direito. No fim, ele escreveu um verso totalmente diferente do que eu tinha pensado, e eu resolvi abraçar isso como um presente. A gente acabou trocando rimas elogiando um ao outro, porque falar mal tem vários, né?”, conta Thaíde.
Com produção de Felipe Mayfield, “O Nosso Rap” traz um groove contagiante embalado pelo som do berimbau, gravado por um músico brasileiro radicado na Holanda, criando um elo entre o rap e as tradições musicais afro-brasileiras. O clipe da faixa foi gravado na Cidade de Deus, no Rio de Janeiro, onde MV Bill cresceu e construiu sua história, reforçando a conexão entre a música e a vivência periférica.
A gravação foi viabilizada pelo ator João Felix em conexão com a Apenas Produções, equipe de Thaíde. João é integrante do Instituto Arteiros, uma organização sem fins lucrativos que atua há 14 anos na comunidade promovendo projetos de arte e educação. O ator, que faz parte do elenco da série “Cidade de Deus: A Luta Não Para”, da HBO Max, foi essencial para conectar a Apenas Produções com o Instituto, que tem MV Bill como um parceiro de longa data. O rapper é um dos padrinhos do pré-vestibular popular do Instituto, reforçando seu compromisso com a educação e o desenvolvimento da juventude da periferia.
O single faz parte do álbum “Corpo Fechado, Mente Aberta”, que chega às plataformas no dia 09 de maio e traz 13 faixas, dentre elas as já lançadas: Terra da Garoa, Ritmo e Poesia e O Meu Nome Não é Xande.

Sobre Thaíde
Thaíde é um dos principais nomes do Hip Hop no Brasil, com uma trajetória de 41 anos que se confunde com a história da cultura no país. Pioneiro no Rap, começou como dançarino de Break na Estação São Bento, em São Paulo, e logo se destacou como MC, DJ, compositor e produtor. Além da música, Thaíde atuou como apresentador em programas como A Liga e Manos e Minas, e participou de filmes como Antônia e Dois Coelhos. Atualmente é repórter no programa Melhor da Noite, da Band, onde também tem um quadro “Na Madruga com Thaíde” e possui um projeto como DJ, Thaíde nas Quadradas, resgatando a história dos bailes. Atualmente Thaíde está trabalhando em seu disco inédito “Corpo Fechado, Mente Aberta”. Vamo que vamo que o som não pode parar!

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #213

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #213

Descrição do podcast:

Cada Domingo a partir das 8 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.

Tracklist:

Bugge Wesseltoft → Is Anyone Listening?

Branford Marsalis → ‘Long as you know you’re living yours

Keith Jarrett → Belonging

Dave Holland → The Dragon and the Samurai

Zakir Hussein → Good Hope

Lil Green → Why Don’t You Do Right 

Benny Goodman with Peggy Lee → Why Don’t You Do Right

Mark Murphy → Why Don’t You Do Right

Duke Ellington → Black And Tan Fantasie 

Alice Babs & Duke Ellington → I’m Beginning to See the Light

Michel Petrucciani → Take the ‘A’ Train

Catman Plays The Blues #171

Catman Plays The Blues #171

A proposta desta  semana passa por um olhar sobre o panorama do Blues atualmente feito no Reino Unido através da audição de alguns dos nomes vencedores dos U.K. Awards deste ano.

O Simplesmente – Ventoso (2025) (single)

O Simplesmente – Ventoso (2025) ((single) 

O Simples Mente (OSM) é a mais recente adição ao roster da editora Biruta Records. Natural de Viana do Castelo e, atualmente, a viver em Barcelona, onde está a tirar o mestrado em gestão e produção musical da ESMUC, este artista de 25 anos destaca-se pela sua versatilidade e independência, assinando tanto a composição como a escrita das suas músicas. No entanto, a sua abordagem colaborativa também se faz notar ao longo da sua ainda jovem carreira, como comprovam os EPs O Puto (2023), criado em parceria com Marrquise, e Vino Blanco at 4AM (2021), fruto da colaboração com Leexo.

Depois de ARRENDAR, lançado em janeiro, OSM regressa com um novo single, VENTOSO, que antecipa o EP ATROPELEI-ME e as nortadas do verão. Esta faixa, que deu origem ao EP, traz uma sonoridade mais pop dentro do universo hip-hop, sem perder a escrita consciente que caracteriza o artista. Mais do que uma canção, VENTOSO marca uma nova fase na sua vida. Apesar dos vendavais, OSM surge aqui num tom de celebração, abraçando tudo o que está por vir.

A música chega acompanhada de um videoclipe que, segundo OSM, “é uma homenagem à amizade. Retrata o verão de 2024 por terras minhotas, recolhe momentos e paisagens que não ficam para sempre, pessoas que só voltamos a ver no próximo ano”. O vídeo foi criado por Leonardo Amorim, Carolina Parente e Helena Ferreira.

O single “VENTOSO” já está disponível em todas as plataformas digitais de streaming. Foi escrito por Leonardo Amorim (OSM), com produção a cargo de Manel G e OSM e contribuições de Tuito Loureiro na bateria e Marrquise nos sintetizadores.

O EP ATROPELEI-ME será lançado no dia 9 de maio, e a pré-encomenda já pode ser feita no Bandcamp da Biruta Records, nos formatos digital e físico (Chave-Pen USB). No site, também é possível conferir a capa e a tracklist do projeto.

Tinta Persona – Alma Mater (2025) (single)

Tinta Persona – Alma Mater (2025) (single) 

O rapper e ator Tinta Persona lança PLATEIA, o seu primeiro álbum de estúdio, um trabalho que transcende o rap para explorar uma dimensão performativa e conceptual, um convite à reflexão sobre identidade e movimento, um apelo à união em tempo de cisões. Este trabalho resulta de um período em que o autor dividiu o seu tempo entre Setúbal, Aljezur e Serres, na Grécia e em que visitou duas dezenas de países.

Disponível a partir de 07/03/2025 em todas as plataformas digitais, PLATEIA é uma viagem pelo hip-hop, soul e world music, entrançando ritmos e histórias que atravessam fronteiras. Num disco altamente colaborativo, podem ouvir-se as vozes de A garota não, Sand, Xoto e da emergente Amora. O álbum ganha mundo com as participações internacionais de Federica Gallus (Sardenha), Synik (Zimbabué), Uxué Caño (País Basco), Rhodália Silvestre (Moçambique).

A produção ficou a cargo de westah e Zé Zambujo, que trouxeram para as composições alguns dos melhores músicos portugueses da nova vaga, como Iúri Oliveira, João Lourenço, Tiago Martins ou André Gravata.

🗣️”Este álbum é uma plateia aberta ao mundo. Cada faixa representa um olhar sobre as nossas viagens, tanto interiores quanto exteriores, e a forma como nos conectamos com os outros”, explica André Moniz – ou, antes, Tinta Persona.

Entre outras que poderiam nomear-se num álbum plural, destacamos:

“Alma Mater” – Introspeção sobre a chegada aos 30 anos e a preponderância dos processos terapêuticos.

“Chico, Chicão” – Uma homenagem ao lendário Chico Buarque – inspiração maior do autor – com refrão de A garota não, abrindo uma janela para o mundo sonoro do samba e da bossa nova.

“Onde o Sangue Ferve” – Uma viagem ao imaginário greco-turco, em que Tinta Persona revisita e homenageia o tempo em que viveu em terras helénicas.

“Ressurreição” – Uma ode à ancestralidade, ao culto da natureza e à ligação dos povos além do tempo e do espaço.