O rapper e ator Tinta Persona lança PLATEIA, o seu primeiro álbum de estúdio, um trabalho que transcende o rap para explorar uma dimensão performativa e conceptual, um convite à reflexão sobre identidade e movimento, um apelo à união em tempo de cisões. Este trabalho resulta de um período em que o autor dividiu o seu tempo entre Setúbal, Aljezur e Serres, na Grécia e em que visitou duas dezenas de países.
Disponível a partir de 07/03/2025 em todas as plataformas digitais, PLATEIA é uma viagem pelo hip-hop, soul e world music, entrançando ritmos e histórias que atravessam fronteiras. Num disco altamente colaborativo, podem ouvir-se as vozes de A garota não, Sand, Xoto e da emergente Amora. O álbum ganha mundo com as participações internacionais de Federica Gallus (Sardenha), Synik (Zimbabué), Uxué Caño (País Basco), Rhodália Silvestre (Moçambique).
A produção ficou a cargo de westah e Zé Zambujo, que trouxeram para as composições alguns dos melhores músicos portugueses da nova vaga, como Iúri Oliveira, João Lourenço, Tiago Martins ou André Gravata.
🗣️”Este álbum é uma plateia aberta ao mundo. Cada faixa representa um olhar sobre as nossas viagens, tanto interiores quanto exteriores, e a forma como nos conectamos com os outros”, explica André Moniz – ou, antes, Tinta Persona.
Entre outras que poderiam nomear-se num álbum plural, destacamos:
“Alma Mater” – Introspeção sobre a chegada aos 30 anos e a preponderância dos processos terapêuticos.
“Chico, Chicão” – Uma homenagem ao lendário Chico Buarque – inspiração maior do autor – com refrão de A garota não, abrindo uma janela para o mundo sonoro do samba e da bossa nova.
“Onde o Sangue Ferve” – Uma viagem ao imaginário greco-turco, em que Tinta Persona revisita e homenageia o tempo em que viveu em terras helénicas.
“Ressurreição” – Uma ode à ancestralidade, ao culto da natureza e à ligação dos povos além do tempo e do espaço.
MESA – Deixa Cair o Inverno (2025) (single)
MESA – Deixa Cair o Inverno (2025) (single)
MESA revisitam o tema “Deixa cair o Inverno” de 2005
O regresso da banda aos palcos com a formação original está marcado para Maio
A um mês do regresso aos palcos com a formação original, os MESA decidiram presentear os fãs com a revisitação do tema “Deixa Cair o Inverno” incluído no segundo álbum da banda, “Vitamina”. Nunca chegou a ser single, ao contrário de outras faixas desse disco, como “Arrefece” ou “Vício de Ti”. No entanto, sempre foi uma das nossas músicas preferidas e, agora, queremos, por um lado, dar-lhe o destaque que não teve há precisamente 20 anos e, por outro, revisitá-la com o olhar dos MESA de hoje – com toda a bagagem e as experiências acumuladas durante este hiato. No fundo, “Deixa Cair o Inverno”, reflecte a identidade dos MESA, um projecto que sempre gravitou entre o formato canção – “Luz Vaga”, “Vício de Ti”, “Quando as Palavras”, “Cedo o Meu Lugar”, entre outras – mas que nunca deixou de explorar os limites desse formato. A edição digital está agendada para dia 18 de Abril.
“Deixa Cair o Inverno (2025)” representa um momento de celebração de uma dupla que se reencontra e fará parte, seguramente, do alinhamento preparado para os concertos de 7 e 15 de Maio, na Casa da Música e no Lux Frágil.
7 Maio | Casa da Música | Porto [Bilhetes]
15 Maio | Lux Frágil | Lisboa [Bilhetes]
African Roots #73
African Roots #73
Autor:
Gil Santos
African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.
Tudo gravado em vinil.
TRACKLIST:
1 – Aurelio – Santo Negro
2 – Ayom – Egum
3 – Aura (Aspiritual Emanation) – On My Way
4 – Gofret – Addis Ababa
5 – The Almighty Groove – Cumbia N’deyssanne
6 – Baba Salah – Mali Moussow
7 – Orchestra Gold – Koniya
8 – Pasteur Lappe – Mbale (Face To Face With The Truth)
9 – Maninho Ma Voz Di Sanicolau – Fundo de Marê Palinha
O músico e produtor brasileiro Paulo Tó edita o disco Cantos da Revolução, a 11 de abril. O trabalho presta homenagem às canções de intervenção que marcaram o período de luta contra a ditadura em Portugal, entre 1926 e 1974. Fazem parte do disco releituras de músicas compostas por artistas como José Afonso, Fausto Bordalo Dias, Sérgio Godinho e José Mário Branco. Oiça aqui.
Com produção musical de Paulo Tó e Maurício Tagliari – que também canta na música Os Vampiros –, o álbum une dois universos culturais: celebra a luta pela liberdade em Portugal e também a riqueza da música brasileira. Os temas ganham novos arranjos, infl uenciados por ritmos e sonoridades do Brasil, e tornam-se assim uma ponte entre as duas margens do Atlântico.
O disco conta com a colaboração de grandes nomes da música brasileira e internacional. Além de Siba, Thiago França e Os Bicudos, que marcaram presença nos dois primeiros singles editados, o projeto traz participações especiais de Rodrigo Caçapa na canção As Horas Extraordinárias e Arthur de Faria em O Varredor. Participam do disco os portugueses Eugénia Melo e Castro, em Por Este Rio Acima; e Afonso Albuquerque, em Maio Maduro Maio. Também integram o trabalho Jéssica Areias, de Angola, que é acompanhada de Cauê Silva em Mona Ki Ngi Xica; e Lenna Bahule, de Moçambique, em A Derrota dos Colonialistas – ambas as músicas vão chegar às plataformas como bonus tracks após a edição do disco.
Radio Is A Foreign Country 19 – ECHOES FROM A TURKISH DISCO BENDER (RIAFC150)
Radio Is A Foreign Country 19 – ECHOES FROM A TURKISH DISCO BENDER (RIAFC150)
Killer Turkish psych, funk and disco. Cover photo is Ajda Pekkan with her portable record player.
TRACKLIST
İkimiz Bir Fidanız – Kamuran Akkor (Turkey, 1975)
Yaylalar – Selda Bagcan (Turkey)
Şu Samsunun Evleri – Arif Sağ (Turkey, 1973)
Lambaya Puf De – Baris Manco (Turkey, 1971)
Bilemem Bilemem – Kamuran Akkor (Turkey, 1976)
Silüetler – Kasik Havasi (Turkey, 1965)
Tanrıya Feryat – Cengiz Coşkuner (Turkey, 1980)
Lambaya Püf De – Arif Sağ (Oyun Havaları, Türküola 1837)
Kahve Yemen’den Gelir – Cengiz Coşkuner (Turkey)
Cahit Seyhanli – Veremli Kiz (Turkey)
Nem Kaldi · Derya Yıldırım & Grup Şimşek (Turkey)
Ayağında Kundura Nur Azak (Turkey)
Nurcan Opel Baban gile söyle (Turkey)
Sevmedim Mi – Tülay (Turkey)
Dilo Dilo Yaylalar – Kamuran Akkor (Turkey, 1975)
Olmek Var Donmek Yok (Turkey)
Zerrin Zeren…Ölmek Var Dönmek Yok (Turkey)
Yali Yali – Neşe Karaböcek (Turkey, 1977)
Volga Nehri (Turkish Disco Folk) – Arsivplak (Turkey)
Tangerine Dream & Zurna – Ali Kuru
Prazeres Interrompidos #360: Paula Hawkins – A Rapariga no Comboio (2015)
Prazeres Interrompidos #360: Paula Hawkins – A Rapariga no Comboio (2015)
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Todos os dias, Rachel apanha o comboio…
No caminho para o trabalho, ela observa sempre as mesmas casas durante a sua viagem. Numa das casas ela observa sempre o mesmo casal, ao qual ela atribui nomes e vidas imaginárias. Aos olhos de Rachel, o casal tem uma vida perfeita, quase igual à que ela perdeu recentemente.
Até que um dia…
Rachel assiste a algo errado com o casal… É uma imagem rápida, mas suficiente para a deixar perturbada. Não querendo guardar segredo do que viu, Rachel fala com a polícia. A partir daqui, ela torna-se parte integrante de uma sucessão vertiginosa de acontecimentos, afetando as vidas de todos os envolvidos.
Não existe um vazio absoluto, mas um estado mínimo de energia,
o chamado “estado fundamental”.
(Deepak Chopra)
Um sentimento de inquietude, cuja origem não sabia definir,
começou a habitar-me.
Durante algum tempo senti necessidade de me isolar, alternando
entre meditações e a composição de paisagens sonoras. Tornei-me
numa espécie de posto de escuta à procura de “estações” num
gigantesco rádio cósmico.
Às vezes chegavam-me mensagens vindas de várias fontes e origens:
do interior da Terra, de um ponto distante na galáxia ou de outra
dimensão algures no Cosmos… ou de dentro de mim próprio.
Senti e ouvi a Luz, as sombras, mundos e civilizações deste e de outro
tempo (e sem tempo algum); o Vazio absoluto e também pleno de
possibilidades; a luz ténue de uma centelha a nascer no interior de
gigantescos núcleos de Matéria Negra.
A Teia Cósmica que une os corpos celestes e tudo o que É.
A Humanidade, feita do pó das Estrelas e o Amor, energia que nutre,
que expande e materializa .
Este álbum é uma partilha desta experiência, uma centelha na
experiência coletiva maior, a de Ser.
Assim foi, assim É.
Fiat Lux
Mariana Guimaraes – Quando te conheci (2025) (single)
Mariana Guimaraes – Quando te conheci (2025) (single)
Mariana Guimarães
Em tempos tão conturbados e agitados, “Quando te conheci” é mais do que uma música, é uma experiência de amor, de paz, de cura. É uma canção sobre o amor que nos leva à paz dentro de nós, à paz nas nossas relações, à paz no mundo.
Coffee Breakz #112 — Blood-Stained Katanas
Coffee Breakz #112 — Blood-Stained Katanas
Autor: Helder Gomes
Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.
2. Crisi, Reverand William Burks, Rugged Monk, RZA, Tré Irie, Leggezin, Bobby Digital, Kinetic, 60 Second Assassin & Christ Bearer — Take the Sword, pt. III
3. Thundercat — Dragonball Durag
4. Ilan Eshkeri — The Way of the Ghost
5. Yoshida Brothers — Overland Blues
6. DJ Krush — Song 2
7. Kitaro — Theme From Silk Road
8. Taiko Drum Ensemble — Nimba/Matsuri Daiko
9. Kodo — O-Daiko
10. Michio Miyagi & Yoko Suzuki — Haru no Umi
11. Tengger Cavalry — Blood Sacrifice Shaman
Eugenia Cecchini – Relampeia (2025) (single)
Eugenia Cecchini – Relampeia (2025) (single)
Xote de Sampa: “relampeia” é estreia do EP “ay, amor!”, de Eugenia Cecchini
Faixa teve produção musical e arranjos de Davi Bernardo e sai no próximo dia 07 de abril, segunda-feira
Difícil imaginar quem nunca tenha “sorrido por dentro” ao se encontrar com a pessoa amada. Para Eugenia Cecchini, a cena é digna de fazer um coração relampejar. É nesse sentido que a atriz, cantora e violonista abre a trilha de seu EP de estreia, “ay, amor!”, produzido e arranjado por Davi Bernardo. “relampeia” chega até as plataformas de música no dia 07 de abril, segunda-feira – escolha onde escutar.
Xote de Sampa – “relampeia” tem um tanto de Céu, outro de Mautner. É uma canção referenciada por ritmos tradicionais nordestinos, mas envolta numa atmosfera paulistana, onde Eugenia atua com teatro há 17 anos. Cantar e compor profissionalmente veio um pouco depois. Entre 2020 e 2022, fez a série de lives “Live Love”, cantando sobre o amor. Compôs para teatro e cinema, participou de fonogramas e circulou com o show de variedades “Mulheres que Riem com os Lobos” por bares da cidade de São Paulo. Em 2023, lançou o single-clipe “Embananada” e prepara, agora, o lançamento do EP “ay, amor!”.
“As músicas nascem em um momento muito particular de descoberta amorosa, quando passo a olhar e me encantar pelo feminino. Amores que pareciam ser possíveis mas que por diversas circunstâncias não avançaram. São canções que surgem nessa toada de amor e apaixonamento, por algo novo e que também pode se tornar inacessível em pouco tempo. E o que sobra é ausência, falta”, comenta Eugenia. Em meio a esse percurso, há um momento em que é possível levantar e começar de novo e fazer pulsar o corpo. Toda vez que te vejo, relampeia meu coração.
Maria João – Tudo O Que Quis (2025) (single)
Maria João – Tudo O Que Quis (2025) (single)
Natural da cidade berço de Portugal, com apenas 20 anos, Maria João estreia-se com ‘Tudo O Que Quis’ e uma sonoridade muito própria, muito dela e das suas raízes, da tradição que bebe e carrega, e daquilo que a faz sonhar.
Cresceu com a música à sua volta: da tábua de ferro em miniatura fazia um piano, da sala de estar fazia um palco, e da família os seus espetadores. Desses palcos de brincar a estudar música a sério foi um ápice – dedicou-se à música durante 8 anos, a formação musical e instrumentos, neste caso, piano, trompete e voz.
Surge o The Voice Portugal na sua vida e, de repente, um brilhante segundo lugar na edição de 2023. Foi então que percebeu que este seria o caminho, “Tudo O Que Quis”.
“Desde então interesso-me imenso sobre a escrita de canções e de que forma posso expressar aquilo que sinto e vivo para elas com o propósito de outros se puderem identificar comigo. O que mais desejo é isso mesmo, que possam usar a música para a banda sonora da vossa vida.” afirma Maria João.
Em ‘Tudo O Que Quis’ a artista tentou passar-nos exatamente tudo o que quer, o que deseja, o que ambiciona. “A letra desta canção é a minha vida, os meus pensamentos, os meus gostos, os meus sonhos. É um espelho daquilo que digo, da forma como gosto das pessoas que me rodeiam, das asneiras que por vezes faço, de amores não correspondidos.” acrescenta.
Nada tem sido banal neste caminho, e não será certamente na sonoridade que nos entrega, pois o seu grande objetivo é transportar toda a tradição que tem bebido nos locais por onde passa e de onde é. A sonoridade tradicional com muita alegria em cada frase leva-nos exatamente ao Minho, de onde é Maria João — esta sonoridade faz-nos imaginar e pensar nos avós que viveram para o trabalho, que nasceram num meio fechado e conservador. Um meio onde o amor era simples, guardado com muita sensibilidade e cuidado no coração de cada um.
“Que privilégio é querer fazer um single que transmita toda esta vivência, esta coragem e força de crescer, de querer ser alguém, de querer ter um amor, de não querer ter ninguém, de querer.” conclui a artista.
Este projeto reflete a forma como a cantora vê as pessoas que a rodeiam e as suas vivências. Revê-se ao escrever para quem vive com ela neste “mundo maluco” porque são, como refere, “os primeiros a contar-me peripécias das suas vidas e dar mote para as minhas canções. E é tão bom escrever sobre as pessoas de quem gosto.”.
O single de estreia de Maria João conta com letra da própria e de Vitor Lusquiños, e produção de Gabriel Faria. Encontra-se agora disponível em todas as plataformas digitais.
Astra Vaga – Lamento (2025) (single)
Astra Vaga – Lamento (2025) (single)
“Lamento” é o single de estreia de Astra Vaga, o novo projeto de Pedro Ledo
Pedro Ledo, músico português com duas décadas de atividade em projetos como The Miami Flu e Lululemon, estreia-se agora com Astra Vaga, assumindo pela primeira vez a composição e escrita em português. O single de estreia, “Lamento”, já se encontra disponível em todas as plataformas digitais, acompanhado por um videoclipe.
Com influências que oscilam entre o rock, o pós-punk e o dream pop, Astra Vaga é um exercício de libertação artística e pessoal. Após anos a cantar em inglês e a conciliar a música com uma carreira no mundo corporativo, Pedro Ledo propõe-se a um novo começo. “Durante anos vivi uma vida dupla, dividida em duas realidades: de dia, trabalhava num emprego com grandes responsabilidades; à noite, mergulhava num mundo secreto para criar música e trabalhar com vídeo analógico. Tenho sentido, com cada vez mais força, que se não tentar agora viver de forma diferente, talvez nunca venha a descobrir o que é realmente viver da arte”, partilha.
“Lamento” é uma canção de despedida e frustração – mas também de autodescoberta. “Tenho vivido numa busca constante por uma relação que, para minha tristeza, acabou sempre em desilusão. No entanto, quanto mais ouço a canção, mais percebo que também estou a cantar sobre mim e a minha relação comigo próprio”, explica o artista. A faixa retrata um desencanto amoroso que, inevitavelmente, se transforma num retrato íntimo da própria existência. Para Pedro Ledo, este foi também um tema dos mais sensíveis, frágeis e difíceis do disco – razão pela qual o escolheu como ponto de partida.
O single assenta em camadas contrastantes: linhas de baixo melódicas com ressonância gótica, batidas aceleradas que evocam urgência, sintetizadores inspirados em videojogos japoneses dos anos 90 e guitarras distorcidas que remetem para uma infância marcada pela nostalgia e pela evasão. Esta tensão entre peso e leveza reflete o conflito interno do artista, dividido entre a liberdade criativa e os constrangimentos do mundo empresarial.
Ao vivo, Astra Vaga apresenta-se em formato quarteto, com duas guitarras, baixo e bateria. O visual de Pedro Ledo — inspirado na moda japonesa dos anos 1980-90 — não é apenas estético, mas simbólico: os fatos corporativos que veste são uma crítica ao modelo de vida frio e eficiente do mundo do trabalho, e uma declaração de emancipação pessoal.
Com um percurso que inclui atuações em festivais e palcos como o NOS Alive, Lisbon Psych Fest, L’International Paris (França) e Wavves Wien (Áustria), Pedro Ledo dá agora um novo passo com Astra Vaga, apostando numa identidade mais crua, sincera e portuguesa.
O single “Lamento” conta com letra e música de Pedro Ledo, mistura de Zé Nando Pimenta (ARDA Recorders) e masterização do próprio artista. As fotografias são da autoria de Hugo Adelino e o styling de Manuel Couto.
“Lamento”, assim como o videoclipe que acompanha o lançamento, realizado por Nicolás Sánchez, já está disponível em todas as plataformas digitais.