O trio multicultural Faya lança o seu primeiro EP, uma obra que funde influências musicais de todo o mundo, resultado de anos de viagens e criação compartilhada. Com seis músicas que incluem sonoridades da América Latina, dos Balcãs e da Índia, o EP oferece uma viagem sonora carregada de emoções intensas e matizes delicados, com flauta, guitarra, violino, vozes e percussões. O primeiro single, “Seu Grito”, foi lançado no dia 25 de novembro de 2024, Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres. Esta canção coral denuncia a violência de género e o feminicídio, prestando também homenagem às raízes culturais afro-brasileiras. Com colaborações de artistas internacionais, o EP já está disponível em todas as plataformas de streaming.
Para celebrar o lançamento, Faya apresentará a sua música ao vivo numa série de concertos que incluem:
Memória de Elefante rubrica semanal de 21/04/25 a 27/04/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Tracklist:
01. Massive Attack – Five Man Army (2012 Mix_Master) (feat. Horace Andy & Tricky) (1991)
02. Laurel Aitken – Green Banana (2015)
03. Charles Mingus – Boogie Stop Shuffle (1959)
04. King Crimson – Book Of Saturday (1973)
05. Joe Henderson – Afro-Centric (1969)
06. Mário Laginha – Onagra (2022)
07. The Johnny Shines Band – Black Panther (1994)
08. David Bowie – Wild Is the Wind (1976)
1 Álbum 100 Palavras #90: Charles Mingus – Mingus Ah Um (1959)
1 Álbum 100 Palavras #90: Charles Mingus – Mingus Ah Um (1959)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
“Mingus Ah Um” (1959) é uma obra-prima do contrabaixista e compositor Charles Mingus, celebrada como um dos álbuns mais importantes da história do jazz. Lançado pela Columbia Records, o disco mistura swing, gospel, blues e bebop com uma linguagem profundamente pessoal e inovadora. Homenagens como “Goodbye Pork Pie Hat” (a Lester Young) e “Fables of Faubus” (crítica ao racismo) mostram o engajamento político e emocional de Mingus. Com arranjos complexos e improvisações vibrantes, o álbum destaca-se pela expressividade dos músicos e pela originalidade composicional. “Mingus Ah Um” é um manifesto artístico e social, intenso, sofisticado e profundamente humano.
Boa escuta!
Prazeres Interrompidos #359: Valérie Perrin – A Breve Vida das Flores (2018)
Prazeres Interrompidos #359: Valérie Perrin – A Breve Vida das Flores (2018)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Íntimo, poético e luminoso.
O romance protagonizado por uma mulher que, contra tudo e contra todos, nunca deixa de acreditar na felicidade.
Violette Toussaint é guarda de cemitério numa pequena vila da Borgonha. A sua vida é preenchida pelas confidências – comoventes, trágicas, cómicas – dos visitantes do cemitério e pelos seus colegas: três coveiros, três agentes funerários e um padre. E os seus dias pareciam ser assim para sempre. Até à chegada do chefe de polícia Julien Seul, que quer deixar as cinzas da mãe na campa de um desconhecido.
A história de amor clandestino da mãe daquele homem afeta de tal forma Violette, que toda a dor que tentou calar, toda a tristeza pela morte da sua filha vêm ao de cima. É tempo de descobrir o responsável por aquela tragédia.
Atmosférico, tocante e – tantas vezes – hilariante, este é um romance de vida: dos que partiram e vivem em nós, da luz que se pode revelar mesmo na mais plena escuridão. Porque às vezes basta a simplicidade de um gesto, basta a frescura da água viva para nos devolver ao mundo, a nós mesmos e aos outros.
Antonio Portanet – Sonhos De Abril (2025) (single)
Antonio Portanet – Sonhos De Abril (2025) (single)
Antonio Portanet, músico e cantautor, afirma-se como tendo duas almas – uma espanhola e outra portuguesa. Na realidade aprendeu simultaneamente as duas línguas, cresceu entre as duas culturas, conhece os seus hábitos e tradições. Apaixonado pelas formas musicais da sua Andaluzia natal e o flamenco, também o é pelas tradições musicais lusitanas e o fado e agora, pela primeira vez, escreveu duas composições, que cantará em português, facto inédito na sua carreira.
“Sonhos de Abril” é o novo single dedicado ao espírito eterno de Abril. A ideia que impulsionou a criação de “Sonhos de Abril”, texto e música, está ligada ao desejo de criar um tema comprometido com os valores eternos da humanidade, na procura incessante de uma vida melhor, mais justa e mais digna para todos.
Nunca panfletário, nobre, longe da banalidade, da mediocridade, da submissão e da pequenez de espírito que persistentemente nos rodeia, é um texto para cantar de pé, digno, dedicado ao maior acontecimento da história recente de Portugal, o 25 de Abril de 1974.
Voz: Antonio Portanet
Guitarra Portuguesa: José Manuel Neto
Viola: Carlos Manuel Proença
Baixo: Norton Daiello
Produção: Pedro Jóia e Antonio Portanet
Engenheiro de Som: Fernando Gomes
Beatriz Pessoa – A Pique, C’est Chique (2025) (single)
Beatriz Pessoa – A Pique, C’est Chique (2025) (single)
“A pique c’est Chique”
Há uns tempos escrevi uma canção para uma fadista amiga, a música acabou por não entrar no
disco e ficou na minha gaveta.
O refrão da dita cuja ficou grudado no meu cérebro e durante o processo para este próximo disco
acabei por não conseguir evitar ressuscitá-la. Em conjunto com o Gus demos-lhe esta roupagem
caótica que foi de referências como Brigite Bardott e Françoise Hardy para Footlose e disco dos
anos 70. A letra foi atrás da irreverência e duma espécie de cansaço associado ao que vejo na Tv
e Notícias. Se vamos todos cair a pique, ao menos que seja trés trés chique.
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #212
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #212
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 8 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
Adam O’Farrill → Swimmers
Rachel Therrien → Sueños de cambios
Carn Davidson 9 → Fire (For Oatts)
Aldo Romano Louis Sclavis Henri Texier → Annobon
Gerry Mulligan → Festive Minor
Pepper Adams & John Coltrane → Dakar
Teddy Charles → Borodin Bossa Nova
Lionel Hampton & Stan Getz → Jumpin’ At The Woodside
Jimmy Scott → Someone To Watch Over Me
Catman Plays The Blues #170
Catman Plays The Blues #170
Partimos neste programa à descoberta da editora Delmark Records e do seu relevante papel ao longo da história do Blues.
Manifesto Sonoro #62
Manifesto Sonoro #62
Autor: Carlos Cleto
Manifesto Sonoro é um programa de rádio, em formato podcast, de divulgação de musica nacional ou em língua portuguesa, com a realização e produção de Carlos Cleto.
Os manifestantes desta semana foram:
Panda Bear – Anywhere but Here
Clã e André Henriques – Abriu em Queda
Hot Air Balloon – Come This Far
Best Youth – Primavera
Monday – Wasteland (Live Underwater)
Castello Branco · A garota não – O Peso do Meu Coração
mutu – Estado Novo
Redoma – Santos da minha mente
Redoma – 2572
Noiserv – 20 . 13 . A lonely garden in the middle of a small house
Strond – Zero Humano
Tó Trips · Antonio Antunes – Mornacola
Minta & The Brook Trout · Shelley Short – Please Make Room For Me Please
Manuel Fúria, Os Náufragos – Canção Infinita
Ases – O gajo (2025) (single)
Ases – O gajo (2025) (single)
Os Ases Uma banda orgulhosamente portuguesa com o sonho de se tornarem um dia um marco na cultura musical nacional!
Originados de diferentes regiões do país, Apolo, Serrano, Miguel, Henrique e Alex conheceram-se nos arredores da capital para partilhar o clássico sonho de artistas.
Têm o objetivo de explorar e dinamizar vários géneros musicais, com o intuito de criar algo refrescantemente original. Apaixonados pela arte da música em geral, não se desejam limitar a estilos definidos ou ao conceito de um género musical, mas sem negar as suas influências de Rock Clássico do meio do século passado, a evolução alternativa que o seguiu, a excentricidade dos anos oitenta, o Folk focado em poesia e atmosfera, a alma que vem com os Blues, o Pop memorável dos anos noventa, as bandas mais barulhentas que saíram delas e o som independente ou eletronicamente distinto que nasceu no virar do milénio. Será difícil assumir que tipo de tema será lançado a seguir, mas uma coisa é certa… Será inconfundivelmente Ases!
Abrem jogo com “O Gajo”, um tema desenvolvido com influência do Funk, Disco e Rock Pop Eletrônico. É tocada e cantada com uma personalidade sonora que esperançosamente irá contagiar a audiência com energia e o bichinho da dança. Descreve a vontade e confiança de domar o palco da noite e, para isso, conta com um ritmo vivaz e acompanhamentos dignos de festa. O vocalista diz que, se ouvirem, é impossível não desejar voltar a ouvir. Agora, se ele tem razão ou não… cabe a vocês decidir. Por isso:
Ouçam o gajo.
Richfellaz – Basta Sorrir (2025) (single)
Richfellaz – Basta Sorrir (2025) (single)
“Basta Sorrir” é uma canção com uma mensagem positiva e um ritmo contagiante. Através deste tema, os Richfellaz pretendem transmitir o impacto poderoso que um simples sorriso pode ter na vida de alguém. Como diz o refrão: “Sorri para mim, sorrio para ti, basta um sorriso para ser feliz…”.
O objetivo da banda é espalhar felicidade através da força de um sorriso e da sua música.
A história dos Richfellaz começa em 2018, quando um grupo de amigos decidiu criar um projeto que fundisse o Hip-Hop com outros estilos musicais. Rapidamente, estruturaram um espetáculo que os levou a participar num concurso de música moderna. A vitória neste concurso garantiu-lhes um lugar no palco do MEO Sudoeste, dando início a esta emocionante aventura.
Luís, Túlio e Carlos são a alma dos Richfellaz. Hip-Hop, Soul e Funk são os estilos desta banda que vive das rimas fortes do hip-hop e da harmonia do soul.
“Preciso de Falar” e “O Sol Brilha” são os dois singles já lançados pela Farol Música; este último tema foi distinguido com o prémio de Melhor Canção do Ano nos International Portuguese Music Awards (IPMA) em 2023, nos Estados Unidos, e integrou a banda sonora de “Morangos com Açúcar” .
O palco é o habitat natural dos Richfellaz. Acompanhados por uma equipa de músicos experientes, oferecem um espetáculo que garante empatia com o público do início ao fim. Com temas marcantes e versos que ficam no ouvido, os concertos terminam sempre da mesma forma… com o público a pedir por mais!
Hot Air Balloon – Come This Far (2025) (single)
Hot Air Balloon – Come This Far (2025) (single)
HOT AIR BALLOON LANÇAM PRIMEIRO SINGLE DO SEU SEGUNDO ÁLBUM COME THIS FAR
“Come this far” é uma viagem sonora de partilha de emoções e intimidade
Os Hot Air Balloon são o Tiago e a Sarah-Jane, uma dupla luso-irlandesa que partilha não apenas a vida, mas também uma paixão profunda pela música. O seu encontro em Vigo, Galiza, na Espanha, em 2009, marcou o início de uma jornada artística e, desde aí, têm levado a sua música a diferentes palcos e criado laços com audiências em Portugal, Espanha e Irlanda.
O seu álbum de estreia, Behind The Wall, lançado em 2016, foi muito bem recebido pela crítica e pelo público. Além disso, em 2016, foi um dos 4 nomeados na categoria “Singer-songwriter” nos Independent Music Awards em Nova Iorque, que contava com artistas icónicos como Tom Waits e Suzanne Vega entre os membros do júri.
Lançam hoje, 24 de março, o primeiro single Come This Far, do seu segundo álbum com o mesmo nome, que será lançado a 30 de Maio. O álbum explora a jornada da sua vida em comum – os desafios, as alegrias e os momentos íntimos – convidando os ouvintes a entrar numa história que é deles, mas que ressoa com muitas outras. Embora profundamente pessoal, é um álbum universalmente relacionável.
Come This Far foi gravado maioritariamente no home studio do Tiago e da Sarah-Jane, onde foi produzido e misturado pelo Tiago, tendo sido depois masterizado por Alan Douches no West West Side Music Studio, em Nova Iorque.
O videoclipe de Come This Far foi inteiramente gravado por Tiago e Sarah-Jane e reflete a essência do tema, uma viagem de partilha, cumplicidade e crescimento. O vídeo reúne momentos do quotidiano da família, captados ao longo de viagens, férias e instantes espontâneos da sua vida juntos.
O álbum conta com sete faixas, quase todas em inglês, exceto “Saoirse” (pronuncia-se circha), que significa “liberdade”. Esta música nasceu como um desafio de Tiago para a Sarah escrever uma canção na língua original do seu país.
O duo luso-irlandês constrói as suas músicas de forma orgânica, sempre partindo da simplicidade da guitarra e da voz. A partir desse ponto de partida íntimo, as composições ganham forma, explorando camadas sonoras e emoções que se entrelaçam naturalmente.
O álbum abre com “Come This Far”, um single que traz uma mensagem de esperança — seja para o indivíduo, para o casal ou para as novas gerações. A jornada segue com “Do It Again” e “Keep Me Going”, contando com Carlos Barros na bateria. Em seguida, surgem “Saoirse” e “Let’s Forget”, até alcançar os dois temas finais, “Layers” e “Getting Back to Myself”, ambos gravados ao vivo nos Estúdios Pancada, com Pedro Oliveira na bateria, Marco Ferreira na segunda guitarra e João Madeira no baixo. “Getting Back to Myself” foi a primeira música escrita para este álbum e marca o início de uma nova fase na vida do duo, simbolizando a chegada da maternidade e da paternidade
A sua apresentação ao vivo acontecerá no dia 21 de junho no Teatro Narciso Ferreira, em Riba d’Ave, Famalicão e no dia 19 de Julho na Fundação Sales, em Vigo.