Novo single do disco de estreia Words Left Unspoken lançado no final de 2024
Ao vivo como banda de abertura dos concertos do 30º aniversário dos Blasted Mechanism
Jazzy Moon, uma das vozes emergentes do r&b e pop alternativo, está a apresentar mais um single do disco de estreia Words Left Unspoken, lançado em novembro do ano passado: Caught in the Middle, uma obra composta pela cantautora, em conjunto com Riic Wolf, numa sessão de estúdio nos Mogno, em 2022.
A artista anuncia também que vai pisar os grandes palcos enquanto banda de abertura nos concertos de 30 anos dos Blasted Mechanism, nos dias 4 de abril no Coliseu do Porto e dia 12 de abril na Sala Tejo da MEO Arena.
O videoclip de Caught in the Middle foi co-realizado pelo icónico guitarrista Valdjiu. A banda de Jazzy Moon conta com David Gonçalves na bateria, filho de Fred Stone, baterista dos Blasted Mechanism, reforçando a continuidade de um legado musical que atravessa gerações e que culminará nas duas datas de celebração de uma era da música alternativa.
No novo single e segundo Jazzy, “queria captar a batalha interna entre a lógica e a emoção – a luta de amar alguém que também nos traz dor. O sentimento de estar dividido entre fazer o que a razão nos avisa e o que o coração sente – e que nos faz rotular o garantido desfecho doloroso que se antecipa como “uma possibilidade”. A “Caught In The Middle” reflete essa incerteza, onde cada momento que partilhamos com essa pessoa nos traz tanto conforto como conflito. É perdermo-nos na ligação, questionarmos as nossas escolhas e deixarmos por dizer o que realmente sentimos por recearmos a forma como será recebido. No fundo, a realização de que conseguimos ser o nosso pior inimigo torna claro que só com amor próprio é que conseguimos verdadeiramente ser livres – rejeitando a “pequenez” de moldes alheios que nos tentam impor – que, na realidade, nunca foram feitos para servir quem verdadeiramente somos.”
Com apenas 22 anos, a cantora lançou o seu disco de estreia, Words Left Unspoken, no final de 2024, escrito em colaboração com Ricc Wolf (Blasted Mechanism), Diogo Guerra e com os produtores Stego e Mogno. O disco é uma mistura de Pop acústico e R&B, com inspiração em artistas como Olivia Dean, Jorja Smith e Billie Eilish, e apresenta em cada faixa um retrato da jornada íntima e emocional da cantora que, depois de uma infância regada de música e cultura por influência do seu pai, Valdjiu (Blasted Mechanism), floresce agora na indústria.
Radio Barraka #4
Radio Barraka #4
RÁDIO BARRAKA é um DJ set totalmente improvisado, onde a música flui sem roteiros nem limites. Cada episódio é uma viagem sonora espontânea, que explora ritmos próximos da linha do equador, desde o continente Africano até à América Latina, das Caraíbas à Polinésia – tudo pode acontecer. Gravado numa casa circular construída à mão, o espírito da RÁDIO BARRAKA mantém-se livre e autêntico. Entra na Barraka – que até a barraka abana!
PLAYLIST RADIO BARRAKA #4
Pat Thomas & Ebo Taylor – Ene Nyame Nam A Mensuro
Alex Konadu’s international Band – Mafe wo
Sir Victor Uwaifo – Joromi
Kanda Bongo Man – J.T.
Diblo Dibala – 100% soukous
Serpent Noir DJ – La go Attô
Flavour – Osiso Osiso
Mayra Andrade – Afeto
Maze Mellow – Tennis Beat
Dj Tunez – Majo
Cassper Nyovest – Who Got the Block Hot?
Prazeres Interrompidos #358: Kazuo Ishiguro – Nocturnos: Cinco historias de música y crepúsculo (2009)
Prazeres Interrompidos #358: Kazuo Ishiguro – Nocturnos: Cinco historias de música y crepúsculo (2009)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
como estudios y variaciones sobre unos cuantos temas, o como un concierto que los expone en el primer movimiento, los combina en los siguientes y los resuelve en el último. En ‘El cantante melódico’, un guitarrista de oficio que toca en Venecia reconoce a un viejo vocalista americano y juntos viven una aventura musical que da una pequeña lección a ambos sobre el distinto valor del pasado. En ‘Come rain or come shine’, la música es el telón de fondo de la grotesca humillación que sufre un maníaco-depresivo en casa de una pareja de antiguos progres que han pasado a la fase yuppie. El músico de ‘Malvern Hills’ columbra su mediocridad cuando se va a las colinas a preparar un álbum a la sombra de John Elgar. En ‘Nocturno’, donde se intensifica el tema de la inteligencia frustrada, un saxofonista que se opera la cara conoce a una vieja artista de variedades (la ex de «El cantante melódico»). En ‘Violonchelistas’, que también remite a la primera historia, un joven prodigio del chelo encuentra a una mujer misteriosa que le da clases para perfeccionar su técnica. Las cinco, como era de esperar, barajan elementos que son habituales en el autor: la confrontación de las promesas de la juventud y los desengaños del tiempo, el maravilloso y decepcionante misterio del otro, los finales ambiguos y sin catarsis. Y la música, que está íntimamente relacionada con la vida y obra del autor. Por encima de todo percibimos un fuerte sentido del desarraigo en los personajes, que siempre están de paso.
Folívora – Far Behind (2025) (single)
Folívora – Far Behind (2025) (single)
CREDITS
Music by: Folívora
Lyrics by: Tiago Moutinho
Recorded, Mixed and Produced by: Bruno Brites
Mastered by: Smile
Cover art and album visual design by: Beatriz Ferreira e Miguel da Mota
Recorded at: Blacksheep Studios, Estúdio de Bellas
Special thanks to Ricardo Morais and Beatriz Afonso for the reference of our cover, Filipa Teixeira, Gonçalo Mendes e João Sousa for taking photos of us on the road, to our friends and families who support us all the way, and to you for listening to this album.
Mallina – S. Pedro (2025) (single)
Mallina – S. Pedro (2025) (single)
MALLINA começou o ano com ‘INA’, um shot duplo cheio de sonoridades latinas, urbanas e o seu tão característico Pop. Para dar continuidade a este lançamento, a artista entrega agora aquela que diz ser uma prece a São Pedro, porteiro do céu ou santinho da chuva, como preferirem, para que pare de chover.
A artista está a criar uma persona divina, pois todo esse Universo a fascina, no entanto, esta canção não é só sobre chover, como também sobre chorar. A água é o elemento, a forma como corre é o foco.
“A chuva é inesperada e simplesmente não a controlo, às vezes acontece-me o mesmo quando choro. São águas abertas com tanta força, que nem pedindo ao melhor santo as faz parar de cair. O Choro ou a chuva? Acho que ambos!” afirma a cantora.
‘s.pedro’ é mais uma canção que embora chuvosa, nos entrega ritmos quentes, com a produção da artista e também de Bruno Mota. Janga ficou a cargo dos últimos pingos de chuva, entenda-se: do mix final, e é este mote que faz com que, talvez, em breve, pare de chover.
“Sempre me fascinei por ouvir a minha avó rezar aos santos, quer fosse ao São Pedro por causa da chuva, à Santa Bárbara por causa das trovoadas… O que é certo é que o fazia sempre como forma de reconforto e apesar de não prestar tanta atenção na altura, hoje lembro-me que até quando não parava de trovejar, a minha avó brincava com a situação e dizia ‘Raio da santa! Não ‘tá p’rai virada hoje’.” acrescenta MALLINA.
É nesta mística entre a crença da sua avó e o simples facto de que manifestando podemos alterar a meteorologia que a artista aborda este tema numa letra cheia de expressões caraterísticas do Sul e referências ao Divino.
“Já não peço ao santo, o santo que peça, eu já não caio nessa” — é quando se confronta com os pedidos não concedidos que MALLINA percebe que talvez a Santa tenha de ser ela, e que seja ela mesma capaz de fazer acontecer.
“Escrevi esta música também como uma espécie de oração como as que ouvia das mulheres da minha família, uma espécie de reza para que um dia eu pare de chorar, mas que na verdade nunca vai funcionar. “Pedi ao s.pedro, pra que não chovesse, se santa sou eu, porque é que choveu?”.”
Esta ‘s.pedro’ é a largada das águas para o seu segundo EP, que contará com novas paisagens sonoras e temáticas muito relacionadas com a chuva e o ato de chorar. Será associando as sonoridades mais urbanas ao Latin Pop que a artista nos entregará a oração perfeita aos deuses das águas, sejam elas quais forem. ‘s.pedro’ encontra-se agora disponível em todas as plataformas digitais.
Coffee Breakz #111 — North Country Maid
Coffee Breakz #111 — North Country Maid
Autor: Helder Gomes
Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.
Tracklist:
1. Destroyer — The Same Thing as Nothing at All
2. Lana Del Rey — Henry, Come On
3. Marianne Faithfull
3.1 She Moved Thru’ the Fair
3.2 Burning Moonlight
4. Christopher Owens — No Good (Audiotree live)
5. Sleigh Bells — Wanna Start a Band?
6. Backxwash
6.1 History of Violence
6.2 Stairway to Heaven (ft. Ora Cogan)
7. Proc Fiskal — Lithium.Feedr
8. Rhys Langston — Ate the Tuning Fork While I Taxied in the Crepuscular (ft. Open Mike Eagle)
9. Billy Woods — BLK ZMBY (ft. Steel Tipped Dove)
10. Aesop Rock — Checkers
11. Wu-Tang Clan & Mathematics — Warriors Two, Cooley High (ft. Benny the Butcher & Method Man)
12. Seun Kuti & Egypt 80 — Stand Well Well (Grand Stand Version) (ft. Pos of De La Soul)
13. Harifa — Withering Woods
Javisol – Na Lama (2025) (single)
Javisol – Na Lama (2025) (single)
JAVISOL LANÇA “NA LAMA” – UMA VIAGEM PELAS EMOÇÕES CRUAS DO HUMANO
29 de Março – SHE, Évora
11 de Abril – Coliseu Club, Lisboa 12 de Abril – Escola Normal, Porto
23 de Maio – Casa do Artista Amador, Louro
24 de Maio – Uncle Joes, Esmoriz
30 de Maio – Buraco, Ovar
31 de Maio – Bang Venue, Torres Vedras
JAVISOL, a força emergente do rock português de Lisboa, apresenta “Na Lama”, o segundo single do seu álbum de estreia JAVISOL que é editado dia 21 de Março.
Com poucas palavras, mas carregado de emoção, este tema transmite uma energia contagiante que nos leva numa viagem intensa. Conhecidos pela fusão ousada de rock alternativo com toques de fado, mergulham desta vez nas camadas mais profundas da insatisfação, do medo e da constante busca por sentido, num mundo onde nem sempre estamos bem — e está tudo certo com isso.
Com uma sonoridade visceral e emotiva, “Na Lama” é uma reflexão sincera sobre o desconforto do ser humano e a normalidade de se sentir perdido. A voz crua e intensa do vocalista, carregada de vulnerabilidade e energia, conduz a canção por um caminho onde fragilidade e força coexistem, numa explosão sonora que é já imagem de marca da banda.
Os JAVISOL convidam o público a abraçar a imperfeição e a encontrar beleza no caos, sem filtros nem maquilhagem. Porque, afinal, é da lama que tantas vezes renascemos.
O single chega acompanhado de um videoclipe caseiro, produzido pela própria banda, que mostra bastidores das gravações e imagens de concertos dos últimos anos – pequenos fragmentos da jornada que culmina neste tão aguardado lançamento.
JAVISOL é mais do que uma banda, é um retrato em constante busca pela luz que muitas vezes perdemos de vista. É uma paisagem onde o sol nasce quando a noite se põe.
Tudo começa na natureza artística de Tiago Jesus, que procura abraçar os ouvintes, através da partilha honesta das suas dores que, inevitavelmente, nos tocam a todos nós.
Em 2019, o instrumentista e produtor André Morais junta-se para trabalhar com Tiago no seu projeto até que em 2020 juntou-se o baterista Bruno Mimoso, e em 2022 deu-se a entrada do guitarrista João Aguiar. Em 2024 com a sua entrada na agência tuff, lançaram um EP dos seus temas ao vivo no MusicBox e no mesmo ano, Ricardo Rodrigues passa a ocupar o lugar na bateria, marcando um novo capítulo na história da banda.
Os JAVISOL preparam-se para dar início à sua tour de clubes para a apresentação do seu álbum de estreia, já com várias datas confirmadas. A tour arranca no dia 29 de Março na SHE em Évora, e no dia 11 de abril, a banda passa pelo Coliseu Club, em Lisboa, a nova sala alternativa do Coliseu dos Recreios, sendo um dos primeiros concertos a acontecer neste espaço. No dia 12 de abril, seguem para o Porto, com a sua aguardada estreia na Escola Normal. E a tour continua dia 23 de Maio na Casa do Artista Amador em Louro, 24 de Maio no Uncle Joes em Esmoriz, 30 de Maio no Buraco em Ovar e 31 de Maio no Bang Venue em Torres Vedras.
Os espetáculos ao vivo são uma experiência única, uma fusão de sentimentos profundos e íntimos, onde cada palavra cantada na voz de Tiago Jesus nas suas letras é tangível. Prova disso, é o reconhecimento com o prémio de “Melhor Espetáculo” do Festival Emergente em 2022.
Malva – Manada (2025) (single)
Malva – Manada (2025) (single)
MALVA ANUNCIA SEGUNDO ÁLBUM “POROS” E LANÇA NOVO SINGLE
O disco será editado no dia 24 deste mês e antecipado pelo tema ‘manada’, já disponível em todas as plataformas digitais
DISCO VOADOR: Jazznewbloodtapes #33
DISCO VOADOR: Jazznewbloodtapes #33
JazznewbloodTAPES é um projecto de Patricia Pascal criado a partir da plataforma Jazznewblood que desde 2015 suporta e promove novos talentos do Jazz Europeu com enfase na cena Londrina/UK.
É um projecto em formato radiofónico/podcast que visa dar visibilidade a novos nomes em inicio de carreira, nova musica divulgada na cena Jazzista contemporânea e outras musica inspiradas no Jazz a surgir em UK e pelo mundo fora.
O programa é transmitido mensalmente, desde 2020, em lingua Inglesa na Radio AlHara na Palestina, na Radio Resonance em Uk, na Radio Pacoul em França e em lingua Portuguesa na Radio Nacional de Cabo Verde.
Está também disponível em streaming em todas as principais plataformas de podcasts como Apple podcasts e Amazon podcasts, etc. Destacamos o facto deste podcast ter ganho posições no Top 50 da Apple podcast charts, na categoria de Musica comentada em mais de 27 Paises. #1 Portugal, #1 Chile, #1 Bosnia and Herzegovina, #2 Antigua and Barbuda, #4 Spain, #5 Italy, #5 Cameron, #6 Mexico, #6 South Africa,#6 Vietnam, #9 Netherlands, #10 Côte d’Ivoire.
Patricia Pascal
(patriciapascal.com)
Portuguesa, de mãe Cabo Verdiana, está radicada em Londres desde 2007 e desenvolve trabalho na Industria da musica em todo o mundo desde 2001. É manager de Carmen Souza, desde o inicio da sua carreira, e de Theo Pascal para além de ser formada em Live Arts Management pela London Metropolitan University. Paralelamente á gestão da carreira de Souza e Pascal desde 2015 tem vindo a investir na sua paixão por fotografia e promoção de novos talentos através do seu projecto Jazznewblood.org.
Este projecto inclui, entre várias iniciativas, um Showcase anual parte do London Jazz Festival e uma editora digital que
lança musica gravada ao vivo por jovens talentos do Jazz em inicio de carreira.
Durante o London Jazz Festival, faz também a curadoria do Festival WledJazz focado em projectos liderados por Instrumentistas. Uma parceria com a sala Woolwich Works em Londres.
Recentemente passou também a fazer parte da equipa por trás da conceituada organização Inglesa – Tomorrow´s Warriors.
Em Portugal é co-fundadora e residente Internacional no Espaço/studio – thisissessions.com
Links:
Jazznewblood.org/jazznewbloodtapes
Patriciapascal.com
Trovador Urbano #46
Trovador Urbano #46
Autor:
David Calderon
(episódio de 15 de Abril)
Trovador Urbano
Presentador: David Calderón
Inicio emisiones: Año 1994
Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)
Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am
Tipo: Directo
Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!
Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com
País: Madrid (España)
TGZ – Long Shape (Gazpa Remix) (2025) (single)
TGZ – Long Shape (Gazpa Remix) (2025) (single)
Após o sucesso do EP 2 Years (O Sótão Records, 2023), Tiago Fonseca se consolidou como um produtor e DJ promissor, baseado entre Lisboa e Porto. Com uma série de atuações nos melhores clubes do país, ele também faz a transição de Tiago A.F. para TGZ (pronunciado Tigz), como seu novo nome artístico, para o que está por vir. Long Shape, o seu mais recente projeto, é o primeiro lançamento em vinil da O Sótão e o primeiro a ser entregue com padrões elevados de profissionalismo. Aprendendo o ofício, os processos, os prazos, os custos, e celebrando os 10 anos de existência da O Sótão, é um ótimo momento para ir mais a fundo.
No verão, Tiago me enviou uma playlist cheia de projetos inacabados para uma segunda opinião. A ideia para um novo disco surgiu dali, e a partir desse conjunto escolhemos uma seleção que acabou fazendo muito sentido para nós. Procurávamos uma profundidade úmida e aquecimentos eternos, puxando o fader lentamente. Um convite para sair das nossas cápsulas mentais e desviar a atenção para uma linha de baixo sedutora, pendurada em um sonho. Progressividade e jazz. Longas formas e melodias na última fronteira entre a nostalgia e a esperança.
Para ajudar, convidamos Miguel Tenreiro (a.k.a. Gazpa) para masterizar as faixas, e ele deu uma energia extra deliciosa nos belos elementos originais. Miguel também pegou a faixa título para um remix, quebrando o tempo com um final hip-hop-eletrônico, salpicado por um solo de guitarra de Zé Nuno – outro grande músico que vem do bar do Mr. Bean, onde mantivemos uma residência no último ano.
Long Shape foi lançado no dia 21 de março. Os vinis podem demorar um pouco mais para ficar disponíveis. Será um momento marcante para nós, sendo o trabalho mais completo de Tiago até hoje, e uma representação mais fiel das suas influências musicais ricas, expandindo isso para outro nível, como estamos falando. Também são 10 anos da O Sótão, então, tem isso também. Para resumir, estou muito feliz que Long Shape soa exatamente onde gostaríamos de estar depois de todo esse tempo, com uma imagem rápida de um arranha-céu iluminado à noite cortando umas pedras, sendo derramado em um copo de whiskey, enquanto as pessoas aquecem para um sonho.
Redoma – Santos da minha mente (2025) (single)
Redoma – Santos da minha mente (2025) (single)
redoma lançam “santos da minha mente”, single que dá nome ao novo álbum
Última amostra do álbum de estreia, que chega a 28 de março
redoma pedem “uma desilusão do dia” e sai mais um “santo”. A antecipação ao álbum de estreia serve-se por último com a sua faixa-homónima, “santos da minha mente”.
Ao terceiro single, que se segue aos temas “2572” e “lugar.”, a dupla portuense formada por Carolina Viana (MALVA) e Joana Rodrigues dá o mote para o álbum num tom que revela a monotonia do quotidiano e um estado emocional de desorientação. Em movimentos circulares, pensamento a pensamento, a personagem oscila entre a resistência e a resignação, entre o desejo de se agarrar a algo e a aceitação de que talvez não haja realmente uma saída.
Este último single de antecipação ao disco está disponível em todas as plataformas digitais. Foi escrito por Carolina Viana e a produção ficou a cargo de Joana Rodrigues.
O álbum de estreia, “santos da minha mente”, sai a 28 de março e no bandcamp da editora Biruta Records já é possível fazer a pré-encomenda do álbum nos formatos digital e físico (CD e Cassete), além de consultar a capa e a tracklist.
No próximo mês, as redoma começam a apresentar ao vivo o seu novo disco. O primeiro concerto acontece no dia 17 de abril, no Maus Hábitos, no Porto, com as atuações de abertura de Balu e Alice (os bilhetes já se encontram disponíveis). Em seguida, a banda sobe ao palco da BOTA, em Lisboa, no dia 16 de maio. Mais datas serão anunciadas em breve.