Francisco Mascarenhas – Fácil Falar (2025) (single)

Francisco Mascarenhas – Fácil Falar (2025) (single)

A ‘Fácil Falar’ é um hino para os people pleasers – aquelas pessoas que, tal como eu, vivem para agradar a alguém que não nós próprios. Funciona também como uma ode à empatia que, quando é usada e excesso, pode tornar-se num fardo demasiado pesado para se carregar sozinho! Com um estilo mais upbeat e como promete uma mudança em todo o meu estilo artístico e na minha tão bem definida ‘zona de conforto’, a ‘Fácil Falar’ é a primeira canção do meu ainda-secreto-novo EP que, também ele funciona como uma nova página na minha vida, no meu processo criativo e em toda a minha carreira artística! 

Kactoslitos – Losers (2025) (single)

Kactoslitos – Losers (2025) (single) 

Lisboa, Portugal – Kactoslitos, o projeto de Lito Pedreira, lança o aguardado single “Losers”, que também dará nome ao seu EP, composto por quatro faixas originais. Este single captura a essência do EP e explora a luta interna de encontrar o nosso lugar no mundo.

“Losers” é uma celebração da resiliência e da coragem daqueles que se recusam a conformar- se, destacando a força dos sonhadores e dos que não têm medo de se destacar na multidão. Com letras que falam sobre a importância de ser verdadeiro consigo mesmo e persistir apesar das adversidades, esta faixa é um hino inspirador para todos os que já se sentiram excluídos ou subestimados.

Lito Pedreira, um baterista, vocalista, compositor e produtor português, é a mente criativa por trás de Kactoslitos. Conhecido pela sua fusão única de world music, rock e eletrónica, Kactoslitos lançou previamente os singles “I Can ́t Forget” (2022) e “Different Way” (2023), ambos produzidos por Lito Pedreira e gravados no Estúdio HAUS em Lisboa. Em 2024, foram lançados os singles “Something” e “Don’t Look”, com gravação no KactosStudios e mistura por CADI at GraveComClave.

Sobre Kactoslitos: Lito Pedreira cresceu numa família de músicos e encontrou na bateria a sua paixão aos 13 anos. Ao longo da sua carreira, participou em vários projetos nacionais como Amor Electro, Balla, Peace Revolution, Micro Audio Waves, entre outros. Como compositor e produtor do projeto Piece of Cake, lançou o disco “Fears on Fire” e o EP “A Stranger on This Mirror”. Com Amor Electro, Lito conquistou um Disco de Platina com “Cai o Carmo e a Trindade” e foi reconhecido com o European Border Breakers Awards e os MTV Awards (Best Portuguese Act).

Em Kactoslitos, Lito assume a voz principal e toda a produção, adotando uma vertente orgânica e minimalista. Ouçam e percam-se nesta viagem com Kactoslitos e o seu novo single “Losers”, que precede o lançamento do EP.

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #210

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #210

Descrição do podcast:

Cada Domingo a partir das 8 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.

Tracklist:

Nils Cline → The 23

Yazz Ahmed → A paradise in the hold

Salah Ragab & Cairo Jazz band → Egypt Strut

Sun Ra → Honeysuckle Rose

King Oliver & Creole Jazz Band → Snake Rag 

Wes Montgomery →  Gone With The Wind

Jimmy Raney → Morning of the Carnival

Art Pepper → Ophelia

Myra Melford & Marty Ehrlich → Images of time

Michael Mayo → Just Friends

Catman Plays The Blues #168

Catman Plays The Blues #168

Partimos hoje á descoberta de dois discos estreados muito recentemente de dois autores separados por uns bons milhares de kilómetros mas unidos pelo Blues.

Boucanyeah

Boucanyeah mix – a new series of musical mixes dedicated to discoveries and forgotten nuggets.

Jonny Abbey – Blissful Misunderstandings (2025) (single)

Jonny Abbey – Blissful Misunderstandings (2025) (single) 

Com Blissful Misunderstandings, Jonny Abbey transforma um momento quotidiano numa jornada sonora profundamente expressiva e texturizada. Com lançamento marcado para 28 de março de 2025 pela Flow State Records (UK), esta faixa incorpora a sua filosofia de que a música existe em todo o lado — basta estarmos atentos. Criada a partir de uma melodia espontânea cantada pela sua esposa, a música explora a beleza da imperfeição humana e o potencial criativo escondido nos acasos felizes.

Este lançamento marca o primeiro de uma série de singles que culminará no próximo álbum de Jonny, Everything is a Song, um projeto que reflete a ideia de que a inspiração está presente em todos os aspetos do dia a dia.

Blissful Misunderstandings nasceu de uma situação inesperada — Jonny ouviu a sua esposa a cantarolar uma melodia enquanto preparava um gravador de som portátil. Pensando que tinha captado algo original e espontâneo, decidiu transformá-la numa composição completa, adicionando acordes de R&B com influência jazzística, uma batida de hip-hop descontraída e linhas de guitarra expressivas, inspiradas no uso do wah-wah de Jimi Hendrix.

No entanto, quando mais tarde mostrou a faixa terminada à sua esposa, ela revelou que a melodia que ele tinha desenvolvido afinal não era aquilo que ele pensava — era, na verdade, parte de uma música dos System of a Down que ela estava a cantarolar distraidamente. Este momento de interpretação errada tornou-se na essência de Blissful Misunderstandings, evidenciando como a nossa perceção pode ser falível, mas também como esses “erros” podem dar origem a criações inesperadas e belas.

A música é rica em textura, incorporando sons de foley e gravações ambientais para adicionar profundidade e ritmo, reforçando a ideia de que a música pode surgir de qualquer coisa. É uma reflexão sobre como as nossas interpretações imperfeitas do mundo podem gerar momentos de pura inspiração artística — um convite para abraçar a imperfeição como parte do processo criativo.

Sobre o Artista

Jonny Abbey, artista e produtor português de Lo-Fi, é conhecido por fundir elementos orgânicos e eletrónicos para criar paisagens sonoras imersivas. A sua música é profundamente pessoal, muitas vezes inspirada em experiências do quotidiano e momentos espontâneos. Através de texturas intrincadas e uma grande carga emocional, cria espaços sonoros que convidam o ouvinte a desacelerar e a conectar-se com o momento presente.

Com Blissful Misunderstandings, Jonny apresenta o primeiro capítulo de Everything is a Song, um álbum que explorará ainda mais a sua crença de que a música está em todo o lado — só temos de escutar.

Decline and Fall – As All Ends (2025) (single)

Decline and Fall – As All Ends (2025) (single) 

A primeira introdução a “Scars and Ashes”, álbum de estreia dos Decline and Fall, aconteceu com “Lost Astray”, mas “As All Ends” é, no sentido clássico do termo, o primeiro single do disco. Partindo da sonoridade electrónica que está na génese da banda, a canção tem um sentido orgânico muito particular, e perpassa um sentimento de claustrofobia e impotência perante a inevitabilidade do fim. Num mundo cada vez mais incerto e polarizado, parece que a única certeza que temos é a da finitude de tudo, de alguma forma.

37 anos depois, José de Pina reencontra-se com Armando Teixeira para quem tinha filmado, na altura, num vídeo premiado dos Ik Mux, uma das bandas de que o músico fez parte. “As All Ends” marca este reencontro e poderá não ficar por aqui. Nas palavras do realizador, “As músicas sofisticadas dos Decline and Fall têm ambientes sonoros que pedem e merecem ter um filme“.

“Scars and Ashes” é editado dia 4 de Abril em formato digital e em vinil, podendo as pre-orders ser realizadas no Bandcamp oficial dos Decline and Fall em https://declineandfallmusic.bandcamp.com. “Scars and Ashes” parte das explorações iniciadas nos EP anteriores, “Gloom” e “Pulse”, mas acrescenta-lhes um vocabulário musical cada vez mais vasto e sofisticado.

African Roots #72

African Roots #72

Autor:

Gil Santos 

African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.

Tudo gravado em vinil.

TRACKLIST:

1 – Sir Victor Uwaifo – Osalobua Rekpama

2 – Hedzoleh Soundz – Rekpete

3 – Afro Funk – Try and Try

4 – Olivera & Freitas – Kanisaka Ngai

5 – Black Children Sledge Funk Band – Satisfaction

6 – The Apagya Showband – Mumude

7 – The Black Beats – Wiemo Ablebi

8 – Tunji Oyelana – Iwo Ko Lo Dami

9 – N’draman Blintch – Essika-Ti

10 – Ofege – Devils Work

11 – Bunzu Soundz – Zinabu

12 – Chief Enyang Henshaw – Esonta

13 – Roger Damawuzan – Wait For Me

14 – The Apostles – Faith, Luck, and Music

15 – Jabula – Jabula Happiness

16 – Broadway Dance Band – Go Modern

Farko – Sadim (2025) (single)

Farko – Sadim (2025) (single)

FARKO

rock trio not so jazz

Riffs intensos e ritmos complexos sob uma paisagem sónica onde o improviso torna cada performance numa experiência única.

“Sadim” é o novo single, começa e termina em força. Um estrondo, com a habitual improvisação FARKO™ pelo meio. 

Uma música sobre querer tudo, e lidar com isso quando lá chegas.

www.linktr.ee/farko.band

Radio Barraka #3

Radio Barraka #3

RÁDIO BARRAKA é um DJ set totalmente improvisado, onde a música flui sem roteiros nem limites. Cada episódio é uma viagem sonora espontânea, que explora ritmos próximos da linha do equador, desde o continente Africano até à América Latina, das Caraíbas à Polinésia – tudo pode acontecer. Gravado numa casa circular construída à mão, o espírito da RÁDIO BARRAKA mantém-se livre e autêntico. Entra na Barraka – que até a barraka abana!

PLAYLIST RADIO BARRAKA #3

Tall T and the touchers – Touching the President

Honey Boy Martin – Dreader Than Dread

The Uniques – My Conversation

Marcia Griffiths – Feel Like Jumping

Sound Dimension – Granny Scratch Scratch       

The Marvels – Rock Steady

I-Roy – Sidewalk Killer

Sampa the Great – Energy (feat. Nadeem Din-Gabisi)

Swindle – WHAT MORE ft. Greentea Peng

Koffee – Raggamuffin

Criolo – Samba Sambei

Ponto de Equilíbrio – Santa Kaya

Kiddus I – Graduation in Zion

The Gladiators – Mix Up

Johnny Osbourne – Truth and Rights

The Abyssinians – Leggo Beast

Prazeres Interrompidos #354: Mário Zambujal – Crónica dos bons malandros (1980)

Prazeres Interrompidos #354: Mário Zambujal – Crónica dos bons malandros (1980)

Autor:

Octávio Nuno

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

A gang decides to rob the Gulbenkian Museum, tired of their petty robberies. During the book talks about the life of each element of the gang and how they met. But the assault on the museum did not go as expected …

Uma quadrilha decide assaltar o Museu Gulbenkian, farta dos seus banais assaltos. Durante o livro fala sobre a vida de cada um dos elementos da quadrilha e como se conheceram. Mas o assalto ao museu não correu como esperavam…

Cátia Gonçalves – Diz-me se ela é mais (2025) (single)

Cátia Gonçalves – Diz-me se ela é mais (2025) (single) 

Cátia Gonçalves lança “Diz-me se ela é mais”, single de avanço para o seu EP de estreia 

Cátia Gonçalves acaba de lançar “Diz-me se ela é mais”, o primeiro single do seu aguardado EP de estreia, afirmando a sua identidade musical no panorama do R&B cantado em português. Com um groove envolvente e uma interpretação intensa, a artista transporta-nos para um universo onde a mulher assume o controlo da sua narrativa, transformando a dor em autossuficiência e poder pessoal.  

Neste tema, Cátia canaliza emoção e energia numa experiência sonora que prende o ouvinte desde o primeiro momento. Através de linhas melódicas impactantes e de uma letra autêntica, a canção reflete a superação e o empoderamento feminino, celebrando a resiliência e a força interior. Com uma produção refinada que combina elementos do R&B contemporâneo, “Diz-me se ela é mais” destaca-se pela fusão entre sensualidade e autenticidade, oferecendo uma experiência musical inesquecível.  

A canção conta com letra e música da própria Cátia Gonçalves, que assume também a voz principal, acompanhada ao piano por Rebeca Miranda, ao baixo por Sérgio Marques (Ginho), à bateria por Luís Inácio Martins e na guitarra por Tonny Teixeira. Nos coros, juntam-se Carlota Anjos, Diana Martínez, Luana Torrão e Gil Alves. Os arranjos e direção dos sopros estiveram a cargo de Samuel Silva, com a interpretação de Samuel Silva, João Sêco e João Sousa. A produção do tema ficou a cargo de Diana Martínez e João André, que assinou também a mistura e masterização. A equipa de produção contou ainda com o apoio de Diogo Caldas, Manel G Gonçalves, Rebeca Miranda e Pedro Cunha.  

Natural de Ovar, Cátia Gonçalves descobriu a paixão pela música aos 11 anos, quando comprou a sua primeira guitarra. Desde então, a sua trajetória tem sido marcada por atuações na rua, em bares e grandes palcos, onde foi consolidando as suas influências e desenvolvendo um estilo próprio. Com uma abordagem que oscila entre o groove e a intimidade melódica, a sua música mergulha no R&B e no neo-soul, criando um espaço emocional onde cada nota e cada palavra ressoam com profundidade.  

Com este lançamento, Cátia Gonçalves dá o primeiro passo para um EP que promete explorar a sua identidade musical de forma autêntica e intensa. “Diz-me se ela é mais” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.