1 Álbum 100 Palavras #87: Crosby, Stills, Nash & Young – Déjà Vu (1970)
1 Álbum 100 Palavras #87: Crosby, Stills, Nash & Young – Déjà Vu (1970)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
“Déjà Vu” (1970) é o segundo álbum do super grupo Crosby, Stills, Nash & Young, marcando a estreia de Neil Young na formação. Misturando folk, rock e harmonias vocais impecáveis, o disco reflete o espírito da contracultura e os desafios pessoais dos membros. Clássicos como “Carry On”, “Teach Your Children”, “Our House” e “Helpless” destacam o lirismo e a sofisticação melódica do grupo. Gravado em meio a tensões internas, o álbum mantém uma coesão única, explorando temas de amor, política e espiritualidade. “Déjà Vu” tornou-se um marco do rock dos anos 70, influenciando gerações com sua musicalidade refinada e letras profundas.
Prazeres Interrompidos #353: Luis Sepúlveda – Nome de Toureiro (1994)
Prazeres Interrompidos #353: Luis Sepúlveda – Nome de Toureiro (1994)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Caído o muro de Berlim, dois personagens obscuros mas poderosos, com um passado político duvidoso, contratam, cada um por seu lado, dois “antigos combatentes”, desempregados profissional e ideologicamente, para que partam em busca do tesouro roubado.
Um, Belmonte, o que tem nome de toureiro, aceita o encargo por amor a Verónica; o outro, Frank Galinsky, aceita-o por um velho hábito de obediência militante cujo ideal é agora o de enriquecer “como todos os outros”.
Mas o tesouro ainda existe? Belmonte e Galinsky chegarão a enfrentar-se?
Nos tempos implacáveis que são os nossos, vencerá o amor ou a cobiça?
Com Nome de Toureiro, Luis Sepúlveda confirma-se como um admirável “contador de histórias”, oferecendo-nos um inesperado “romance negro” que tem como pano de fundo uma profunda reflexão sobre as ideologias autoritárias.
Playlist Lançamentos Março 2025
Playlist Lançamentos Março 2025
A Radio Olisipo recebe diariamente solicitações de músicos que pretendem divulgar suas obras. A cada mês publicamos uma seleção em formato de playlist, com temas de álbuns, new releases e singles em destaque. Aqui apresentamos a playlist dos destaques do mês de Março 2025. Boa Escuta!
Playlist Lançamentos Março 2025 I
01. Marcelo Lobato – O Corte (2025) (single)
02. Tsunamiz – Love Is Never Enough (2025) (single)
03. Al-Qasar, Sibel – Kisisel Isa (Personal Jesus) (2025) (single)
04. SemprAleste – Recado (2025) (single)
05. Ben Colton – 21 Grams (2025) (single)
06. Teyma – Tu és o meu lugar (2025) (single)
07. Augusto Baschera – Caminho (2025) (single)
08. Redoma – Lugar. (2025) (single)
09. Decline and Fall – Lost Astray (2025) (single)
10. Ruído Roído – Eclipse (2025) (single)
11. fix it david – UNFIXABLE ft. Eden Lewis ll (2025) (single)
12. GANA – Mundo a Sós ft. Andrea Verdugo (2025) (single)
13. Krazye Loko – Hater (feat. Allen Halloween) (2025) (single)
14. Wildchains – Another Lie (2025) (single)
15. Al-Qasar, Alsarah – Desse Barama (2025) (single)
16. Tricycles – Great White Sharks (2025) (single)
17. Carlos Raposo – Dança Portuguesa (2025) (single)
18. Mão Cabeça – A Vida Que Se Cala (2025) (single)
19. Acácia Maior ft. Berlok & Cristina Clara – Mãe d’Melodia (2025) (single)
20. Flávio Torres – Vamos (2025) (single)
21. Erika Sofia Pawlick David – Frágil (2025) (single)
22. Kakerlakk – Another Fool (2025) (single)
23. Filipe Keil – Ser Ruim (2025) (single)
24. Roxanne – Passado (2025) (single)
25. Mountain Valley – Ser ou Nao Ser (2025) (single)
26. Nayr Faquirá – On & On (2025) (single)
Playlist Lançamentos Março 2025 II
27. Bandua – Senhora d’Azenha (2025) (single)
28. SolNaMente – Sonhei (2025) (single)
29. Biloba – Amor em Tempos de Guerra (2025) (single)
30. Chandi – Dragonfly (2025) (single)
31. Malmequer – Masoquista (2025) (single)
32. Tomas de Papel – Casa de Alguém (2025) (single)
33. Marta Vilaça – Crenças perdidas (2025) (single)
34. Telmo Pires – Estou Além (2025) (single)
35. O Atlante – Vou a Voar (2025) (single)
36. Orquestra Sinfonietta de Braga e Artur Caldeira – Aos Guitarristas Portugueses – Olhando o mar – Arco da Corda Nova (2025) (single)
37. Projeto Azul – Ilusao (2025) (single)
38. Sapocaya – Baraúna (2025) (single)
39. Blunder – Glimpse Of Life (2025) (single)
40. The Twist Connection – Concentrate (2025) (single)
41. El Escama – Vale da Estranheza (2025) (single)
42. Ricardo Boavida – A vida que perdi (2025) (single)
No próximo dia 14 de março os Flor Girino, um projeto de rock alternativo em português irá lançar o seu álbum de estreia, “Charcolepsia”, gravado por 5 membros – Matilde Ho (bateria), Gabriel Cerutti (baixo), Lucas Calheiros (guitarra e voz), Jaca Sousa (teclado e voz) e António “Toni” Martins (guitarra).
A sonoridade da banda, quase sempre melódica, tanto flutua numa nuvem psicadélica que atinge tons fluorescentes, como reverbera em sujidade, ambientes sonoros sobre os quais o travo surreal das letras contribui para a viagem auditiva designada por :”Charcolepsia”.
Este longa duração de 43 minutos, gravado e produzido por José Pedro Ataíde e masterizado por Ricardo Bravo no Estúdio Crossover em Linda-a-Velha, é o culminar dum percurso até ao íntimo dos impulsos criativos do grupo que resultou num conjunto de 8 músicas que abordam desde temas como a ilusão ou des-ilusão representada por motivos da mitologia hindu na música “Véu de Maya” ou o sentimento de queda personificado por figuras como a Alice de Lewis Caroll na música “Avião 4512”, onde há “Uma lagarta a fumar cachimbo” e onde “o tempo se mede aos coelhos”. Isto para além dos três singles, “Grilo Grávido” , “Fonte de Gesso” e “Praia Dançante” já disponíveis para audição nas plataformas digitais.
Rumia – Role Model (2025) (single)
Rumia – Role Model (2025) (single)
A cantora e compositora Rumia regressa com o seu aguardado segundo álbum de estúdio, no dia 4 de Abril. ’Old Enough to Save Myself’, é um disco introspectivo, onde a electrónica pulsante dos anos 90 se funde com a intimidade dos sons orgânicos, criando um universo sonoro tão íntimo quanto expansivo.
O novo single, ‘Role Model’, é já a quarta canção apresentada, depois de ‘Emergency’, a versão de ‘Desfado’ de Ana Moura e, ‘Shift In The Air’.
‘Role Model’, não é apenas de uma canção sobre crescer e libertar-se das expectativas externas, mas um lamento silencioso que se transforma em libertação. Entre os acordes suaves e as palavras cruas, a música celebra a força de quem aprende a soltar o que nunca foi verdadeiramente seu, como se de uma dança do desapego se tratasse.
O single já está disponível em todas as plataformas digitais.
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #209
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #209
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 8 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
Artemis → What the World Needs Now Is Love
Sylvie Courvoisier & Mary Halvorson → Bone bells
Julia Hülsmann → Under the Surface
Jenny Scheinman → Ornette Goes Home
Red Norvo & Tal Farlow → When You’re Smiling
Benny Goodman → Sing, Sing, Sing (With a Swing)
Harry James → Warm Blue Stream
Johnny Griffin → Ballad For Monsieur
Clark Terry with Thelonious Monk → Very Near Blue
Terri Lyne Carrington → Wind Flower
Nicola Arigliano → I Sing Ammore
Catman Plays The Blues #167
Catman Plays The Blues #167
A propósito da presença em Portugal em Julho próximo do Bluesman Guy Davis, propomos esta semana a apresentação da gravação de um concerto deste inspirado músico norte-americano.
Manifesto Sonoro #61
Manifesto Sonoro #61
Autor: Carlos Cleto
Manifesto Sonoro é um programa de rádio, em formato podcast, de divulgação de musica nacional ou em língua portuguesa, com a realização e produção de Carlos Cleto.
Esta semana saiu de bússola na mão pelas latitudes e estéticas sonoras, com visitas á Colombia, á Nigéria, ás ilhas britânicas, á Bélgica e França, á Índia e ao Pacifico Sul, á Austrália e á Turquia, á Suécia, á Letónia e á Venezuela e tudo numa horá só.
Os manifestantes desta semana foram:
BALTHVS – Sun Colored Eyes
Nell and The Flaming Lips – The Weeping Song
Fela Kuti – 2000 Blacks Got To Be Free (feat. Roy Ayers)
Suki Waterhouse – My Fun
Charlotte Adigéry & Bolis Pupul – Thank You
Domenique Dumont – Faux savage
Altin Gün – Su Sızıyor
Glass Beams – Mahal
The Limiñanas – Calentita (feat. Nuria)
Asian Dub Foundation – "1000 Mirrors (feat Sinéad O’Connor)
A partir de Março 2025, Mariana começa a viagem de lançamento do seu segundo álbum. Sairá um single por mês até sair o álbum completo no Outono deste ano. A primeira canção chama-se “Perguntas Respostas” e sai no dia 14 de Março em todas as plataformas digitais. É uma música que foi escrita a chorar e com a consciência de que algo bom estava para vir, porque a vida redirecciona-nos para onde temos de estar. É uma ode à perda, à desilusão, ao não saber o que aí vem depois de tudo parecer desmoronar, mas também à confiança de que caminhando vamos descobrindo as respostas e o sentido de tudo o que acontece. Mariana Guimarães escolhe esta música pop-rock-folk, como o primeiro single do seu segundo álbum,
single este que cantou ao vivo durante o último ano e que já conquistou muitos corações.
Se o seu primeiro álbum, “Alguém me leve”, muito bem acolhido pela RTP e outros canais de media nacionais, apresentado ao vivo nas FNACs e Café da Casa da Música, “cheira a campo”, como bem disse Jorge Afonso da Antena 1, este seu segundo álbum dá voz à experiência ao longo da uma fase de radical mudança na sua vida, uma fase de reposicionamento no mundo artístico, de separação, de estar solteira e todas as experiências associadas, os tabus a desfazerem-se, a verdade a vir ao de cima, uma mulher a empoderar-se e subir no seu amor- próprio mais um nível. As canções são de uma sinceridade que harmoniza e catalisa, de um lugar de consciência que expande e inspira, escritas em transformação e abrindo espaço para
a transformação de quem a escuta e sente.
Este seu álbum vai ser promovido entre os media, nas redes sociais, em workshops, e ações de rua e os espetáculos de apresentação cruzarão a música, com a dança, com a palavra e contarão com a participação de comunidades locais e artistas convidados numa experiência
única e completamente inesquecível para público e participantes.
African Roots #71
African Roots #71
Autor:
Gil Santos
African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.
Tudo gravado em vinil.
TRACKLIST:
1 – Waldemar Bastos – Sofrimento
2 – Senny Camara – Boolo
3 – Paul Ngozi – In The Ghetto
4 – Saah Karim – Jah Fire
5 – Tony Allen & La Boa – Tambor
6 – The Scorpios – Mashena
7 – Ferry Djimmy – Ichang
8 – WITCH – Black Tears
9 – Kongo Dia Ntotila – Adieu Sabina
10 – Modrums – La Rumba Konpa (Dub Vocal)
11 – Mbilia Bel – Mano Mongba
12 – Gordon Koang – Kone Ke Ran
13 – Rail Band – Massaré Mousso
14 – Seun Kuti – Emi Aluta (45 Edit)
Lameck – Fogo Fogo Centelha (2025) (single)
Lameck – Fogo Fogo Centelha (2025) (single)
Lameck lança “Fogo, fogo, centelha”, primeiro single do novo álbum, e apresenta temas inéditos ao vivo no BOTA
Lameck acaba de lançar “Fogo, fogo, centelha”, o primeiro single de avanço do seu novo álbum, iniciando um novo capítulo na sua trajetória artística. A canção traduz uma jornada emocional intensa, onde a dor e a busca por redenção encontram acolhimento no sorriso e no peito do outro. Com uma sonoridade que equilibra tradição e modernidade, o artista reforça a sua identidade musical, cruzando influências da MPB, soul, funk e jazz.
Para celebrar este lançamento, Lameck apresenta-se amanhã, dia 22 de março, no BOTA, em Lisboa, num concerto intimista de voz e violão. Além do novo single, o artista interpretará outros temas inéditos que farão parte do próximo disco, num espetáculo que promete revelar a essência deste novo trabalho.
Originário de São Paulo e atualmente radicado em Paris, Lameck tem vindo a afirmar-se como um dos nomes mais cativantes da nova geração da MPB. A sua música, profundamente enraizada nas suas origens afro-brasileiras e no ritmo urbano das grandes cidades, já conquistou públicos em salas internacionais como a Scène Bastille, o Cabaret Sauvage e a Maroquinerie.
O single “Fogo, fogo, centelha” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.
Lisa Sereno – Tan Line (2025) (single)
Lisa Sereno – Tan Line (2025) (single)
Através de “Tan Line”, acompanhamos a história de dias de verão
aparentemente perfeitos, que rapidamente se tornam misteriosos e
acabam sem deixar certezas. A única certeza é que, eventualmente, a
linha de bronzeado que sobrou dessa memória, acaba por desaparecer
e, com ela, um amor que parecia ser real, desaparece também.
Inspirada na sonoridade da folk norte-americana, esta canção convidanos
a mergulhar em águas enigmáticas e incertas, contrastantes com o
som suave de guitarras que embalam e evocam a calma e constância
das ondas do mar. No final, ouve-se o desligar de um leitor de cassetes
— a história acabou.
Sobre esta história, fica a questão: foi real ou foi um sonho? Se de um
sonho se tratou, fica, agora, realizado nesta canção.