Pedro Miguel dos Santos Castro nascido em Setúbal a 11 de Agosto de 1990, Krazye Loko é filho de mãe portuguesa e pai angolano. Começou como rapper em Setúbal, na mesma cidade onde nasceu e viveu a sua vida inteira.
Krazye Loko iniciou a sua carreira musical em 2003 apenas com 13 anos de idade, mostrando desde cedo o seu interesse pela cultura e a vontade de se expressar através da música. Entregando-nos um rap inspirado nas suas experiencias de vida, sem filtros e com muito sentimento. Inspirando-se nas camadas multifacetadas da sua história pessoal e nas lutas e triunfos diários que encontra. Inicialmente formando um grupo de hip-hop constituído por quatro elementos (Mc Produções). Conseguindo nessa época alcançar o primeiro lugar no concurso Bocage Rap em 2005, organizado pela Camara Municipal de Setúbal e tendo como júri Boss AC, um dos grandes nomes da música em Portugal. Algum tempo depois, em Agosto de 2006 Krazye Loko saiu do grupo para seguir a sua carreira solo. Em 2008, derivado a problemas pessoais, manteve-se inativo por um extenso período de 3 anos.
Krazye Loko, regressou em 2011, na exploração do seu passado abraçando graciosamente a noção de uma vida vivida sem arrependimentos, reconhecendo que cada reviravolta contribuiu para a sua evolução atual como artista e como indivíduo. Esta visão profunda confere novamente à sua música autenticidade, oferecendo uma narrativa profunda que fala ao coração dos seus ouvintes, mas agora desta vez bem mais maduro. Lançando assim algumas faixas de destaque na sua carreira musical como “Mafia Family”, a música que lhe deu vida novamente e abriu portas para novos projetos. Com essa faixa concorreu ao concurso Rock Rendez Worten 2011, com um júri composto por Paula Homem, directora geral da Arthouse, uma editora de novos talentos do grupo Valentim de Carvalho, e por Nuno Calado, locutor da Antena 3 e comentador assíduo da SIC Radical. Passando na primeira fase e conseguindo conquistar a semi-final do concurso. Em meados de 2013 Krazye Loko partiu para França, onde gravou as faixas que deram forma ao álbum ”O meu espaço (álbum)”.
Depois de feita a pré-produção e a gravação do disco em Brive-la-Gaillarde, Krazye Loko regressou a Portugal, onde registou as vozes que participaram em ”O meu espaço (álbum)”. O artista convidou nomes como Player, Black Mastah, Prophecy, Dani Xito, Bishop, Maliman. ”O meu espaço” chegou às distribuidoras digitais ainda em 2013.
Entre os vários concertos que Krazye Loko deu de norte a sul do país (Portugal), a 15 de Março de 2014 em um concerto na Amora, Seixal no clube Roots, cruzou-se com Allen Halloween que era cabeça de cartaz nessa mesma festa, trocaram palavras no backstage e recebeu um convite para participar em “Hibrido” album de Allen Halloween lançado um ano após o convite, em 2015, participando dessa forma na faixa “O Último mundo”.
“Haterz” foi outra grande faixa que marcou a carreira de Krazye Loko, lançada em 2018 com a participação de Allen Halloween, em que retratam a desconfiança, traição e maldade do própio ser humano mas lutando contra isso e com vontade de progredir na paz, protegido do mal e com foco nos objetivos.
Alguns anos depois, já em 2022, Krazye Loko decidiu começar a trabalhar no seu album “Viagem” totalmente produzido, misturado e masterizado por Split_86. O album “Viagem” é composto por uma coleção de dez faixas meticulosamente selecionadas, o álbum promete uma experiência auditiva imersiva que mergulha nas profundezas do espírito humano, servindo como um veículo para profunda introspecção e catarse emocional.
Atualmente em 2025, Krazye Loko já lançou o seu album “Viagem” digital e fisicamente. Este album musical pode ser ouvido nas plataformas digitais habituais como Spotify, Apple Music, YouTube… O mesmo informou que está atualmente a trabalhar no seu próximo album que está previsto para principios de 2026.
Após uma paragem na sua atividade musical, o rapper Krazye Loko que completou 20 anos de carreira, presenteia agora o seu público com o álbum “Viagem”.
Um trabalho onde mostra a essência do rap. Composto por 11 faixas inéditas com mensagens de reflexão claras e objetivas, o artista convida todos a fazerem parte desta “viagem” que apesar das turbulências, lhe deixou em bom porto. A transmissão de sentimentos carregando o dom do rap, como o artista nos tem habituado.
Lista de faixas: * Cansado * Maníaco do parque * Quando nada tinha * Salvação * Renascimento * Desabafos * Ponto de partida * Sê real * Viagem * Virei cinza * Haterz (com Allen Halloween) [Faixa bonus]
Sendo todos estes temas originais e exclusivos do artista, o álbum trás como brinde uma bónus track resultante de uma parceria entre Krazye Loko e Allen Halloween.
De forma a obter mais informações acerca do álbum e do rapper basta acompanhar as suas redes sociais e plataformas musicais.
Trovador Falcão – Voltar Para a Ilha (2025) (single)
Trovador Falcão – Voltar Para a Ilha (2025) (single)
Voltar Para a Ilha
‘Pedra, Papel, Tesoura’ é a obra que eleva Trovador Falcão até novas sonoridades e novos ambientes. O seu segundo álbum de originais conta com 9 faixas e destaca o single ‘Voltar Para a Ilha’, como um tributo ao Rock mais antigo com flashes de jazz. O estilo musical de Trovador Falcão é marcado por uma sonoridade mais retro em fusão com sons contemporâneos e totalmente em português.
Voltar Esta música foi pensada e composta numa maneira divertida e bem mexida. Escrevi-a como um tributo ao Rock antigo e ao mesmo tempo que soasse um pouco a jazz e daí a secção tipo “Eight Miles High” dos Byrds no meio, seguida do soberbo solo de Órgão gravada pelo Henrique Rosário.
Inspirei-me no Garage-Rock dos anos 60 como se pode ouvir em elementos como o Órgão eléctrico que tem um papel grande nesta música e os Spring Reverbs na voz e nas guitarras.
A sonoridade Retro foi uma escolha desde o início,misturada, claro, com um som mais moderno e letra em português. O tema da letra é a libertação, a ambição e a boémia, mas claro, fica ao critério do ouvinte interpretar as palavras.
O resultado final é uma canção simples, com melodias vocais e letra simples e um refrão bem catchy, mas cheia de atitude Rock´N´Roll.
Créditos:
David Simões: Vozes, Guitarras, Baixo eléctrico, Bateria, Percussões e Teclas.
Henrique Rosário: Teclas adicionais(solo).
Produção e Misturas: David Simões, Bernardo Ramos.
Composição e letra: David Simões.
Masterização: Pedro Joaquim Borges.
Coffee Breakz #104 – First Take
Coffee Breakz #104 – First Take
Autor: Helder Gomes
Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.
Tracklist:
1. Roberta Flack — The First Time Ever I Saw Your Face
2. Gang Starr — Who Got Gunz (ft. Fat Joe & M.O.P.)
Natalia Lafourcade – Musas (Un Homenaje Al Folclore Latinoamericano En Manos de Los Macorinos), Vol. 1 (2017)
Memória de Elefante 26/02/25 Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Sux – Just One More Drink (2025) (single)
Sux – Just One More Drink (2025) (single)
SUX, projeto solo de Andreza Michel (The Shorts), edita o single Just One More Drink
A artista brasileira já apresentou suas músicas em Portugal, além de outros países – e integrou a banda que abriu concertos do L7 e Mac deMarco no Brasil
Uma caminhada entre bares, ruas, becos, e tudo que vai acontecendo no meio disso, é o que ambienta Just One More Drink, single que SUX – projeto solo de Andreza Michel – edita hoje (07). A cantora, compositora e multi-instrumentista brasileira conhecida como Deza traz no seu som a bagagem de uma longa trajetória no rock and roll que, inclusive, já percorreu alguns lugares do mundo. A artista já se apresentou em países como Reino Unido, Portugal, Espanha, Estados Unidos e Argentina. No Brasil, com a banda The Shorts, já abriu concertos do L7, Unknown Mortal Orchestra e Mac DeMarco, entre outros. Não à toa, suas andanças expressam-se na sua música, que é construída por camadas de efeitos ruidosos e batidas eletrônicas.
“A música fala sobre a decadência da vida noturna, nas ruas, nos becos, nas esquinas, bares, boates, onde tudo leva-te a cometer erros. E quando pensas em voltar para casa, vê novamente todo o submundo ao redor, dá meia volta e rende-se novamente a ele, e entra em um outro bar qualquer”, comenta a artista.
Na música, ao lado de Deza, que assina a produção, a composição, os arranjos, os beats além de todos os instrumentos, estão Bruno Bonaventure na co-produção, beats adicionais, mistura e master, e Silva Lima nos backing vocals. O projeto SUX começou durante a pandemia, com experimentos sonoros que levaram a artista a montar um home studio. À época, Deza estava sem tocar com as bandas que participava, como Uh La La! e The Shorts, e suas composições autorais acabaram reunidas no EP Night and High Sessions, de 2022.
Vitória & The Kalashnicoles – New World (2025) (single)
Vitória & The Kalashnicoles – New World (2025) (single)
Vitória & The Kalashnicoles – Sentimental Machine Gun
A vida como ela é sem ilusões nem artifícios mas sempre com a vontade genuína de que ela seja melhor. O mundo feroz e voraz que quase nos engole sem mastigar diariamente e a revelação de que o podemos viver de forma elegante e bela.
O coração a gritar com a cabeça, a cabeça a berrar com o coração naquela forma poética e romântica que revela que estamos a explodir num turbilhão de sentidos e sentimentos que vivemos sempre de todas as maneiras.
Sentimental Machine Gun, primeiro disco de Vitória & The Kalashnicoles, mergulha-nos numa multiplicidade de sons e possibilidades, escolhas e devaneios, vozes e tons ora harmoniosos ora rasgados. Inspiradas no espaço performativo e no seu vasto imaginário musical, as artistas propõem a escolha como arma, a voz como fumo e o instrumento como pólvora para a criação de uma obra completa construída por uma equipa múltipla, que questiona o suposto feminino e pensa os limites do género e dos lugares por onde transita.
São 9 canções cujas letras são um chamamento à transformação do mundo e a reflexões profundas. Tornando-se numa arma musical. Cada escolha é uma munição, e cada canção é como lava, fluindo e queimando tudo no seu caminho, ainda que não o destrua. A música é um tiro direto ao coração, impactando e envolvendo os ouvintes.
Inspirado nas sonoridades do espaço teatral e performativo, produzem uma obra com múltiplas camadas, repleta de sentidos e várias explorações vocais e instrumentais que andam entre o rock alternativo, a música clássica, o punk, a folk, passando pela electrónica e, até, experimental.
O disco contou com as participações especiais de Yaw Tembé (trompete), João Firmino (Guitarra), David Pires (Bateria), Angela Torres (Violino), Beatriz Almeida (Violoncelo), Kristina Van de Sand (Viola) e Maria da Rocha (Violino).
Sentimental Machine Gun foi gravado ao longo dos últimos dois anos no Estúdio Tuff, no Centro de Artes de Lisboa e na Base Organizada da Toca das Artes, produzido por Vitória e Carolina Varela e tem mistura e masterização de João Santos. Saiu no dia 14 de Fevereiro em CD (edição super limitada e personalizada) e depois, num futuro próximo em vinil. Foi apresentado no dia 17 na Casa Independente.
Ulixinthemix #3 – ALBFG
Ulixinthemix #3 – ALBFG
√ALBFG #3
Track List:
Nu Genea – Dodje Face
Khruangbin & Felix Dickinson – Time (You and I) ( Put a Smile on Dj’s Face Mix)
Renegades of Jazz – Zebra Talk (feat. Kabanjak)
LTJ XPerience – I Don’t Want This Groove To Ever End
Marcel Vogel & LYMA -Flame On
Mildlife – Chorus
The Lijadu Sisters – Not Any Longer
Uptown Funk Empire – I Guess That You Don’t Mind (feat. JRM)
Yusuke Hirado – Love Will Bring Us Together (feat. Mabanua)
Magic In Threes – Chupacabra
Donald Byrd – Just My Imagination (Running Away With Me)
Ahmed Fakroun – Ya Farhe Beek
Salaelo Selota – Mmakoma
Åke Persson: The Kenny Clarke-Francy Boland Big Band – Sax No End (1967)
Åke Persson: The Kenny Clarke-Francy Boland Big Band – Sax No End (1967)
Memória de Elefante 25/02/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Trovador Urbano #39
Trovador Urbano #39
Autor:
David Calderon
(episódio de 25 de Febrero)
Trovador Urbano
Presentador: David Calderón
Inicio emisiones: Año 1994
Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)
Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am
Tipo: Directo
Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!
Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com
País: Madrid (España)
Valentina – The Wave (2025) (single)
Valentina – The Wave (2025) (single)
Emerging singer/songwriter Valentina is set to release her next single “The Wave” on 7 February 2025. The new single from her upcoming debut EP “One Way Ticket” offers a soothing yet powerful exploration of freedom, self-discovery, and the search for meaning.
“The Wave” takes listeners on a journey both inward and outward. The rising tide, crashing waves, and free spirit at the heart of the song express a desire for peace in the chaos and a reminder to enjoy the journey instead of focusing on the destination.
With its acoustic guitar capturing the ebb and flow of ocean waves, airy harmonies, and Valentina’s mindful, meditative lyrics, “The Wave” offers an evocative sound that blends elements of indie, storytelling, and acoustic pop.
“The Wave” is perfect for reflective moments, whether you’re watching a sunrise, walking along the beach, or navigating life’s transitions. Its introspective tone and vivid sea imagery make it an ideal companion for quiet mornings, mindfulness and journaling, creative pursuits, long drives, or times of choice and self-discovery.
About “The Wave”, Valentina says:
“The Wave reflects a time in my life when everything felt uncertain. I travelled to a deserted beach in winter, and found myself lost in reflection, questioning past choices and the future. Suddenly, a wave crashed a bit louder, taking me back to the present moment. I looked up and the overwhelming beauty of the sea made me smile. I wrote this song to remind myself and others to take a deep breath, let things flow, and trust the process. We’re all in the same boat, navigating similar challenges in this amazing journey called life.”
The Wave was co-written with Mario Punzi (Cristiano De Andrè, Syria) and co-produced with Kaity Rae (Beth McCarthy, Natalie Shay, The Shires).
Live performance of “The Wave” already garnered tastemaker support on the Italian TV Show “The Coach,” (5m+ viewers) leaving a lasting impression on both the audience and the judges.
The song’s mood is reflected in a music video directed by Nicola Chen, shot on a deserted winter beach, and set for release on 17/02.
Previous radio support includes: Suedtirol 1 (IT), Radio 1 (IT), NBC (IT), Radio Dolomiti (IT), Circuito Orange (IT), Future Hits Radio (London), Crags Radio (London), Big Condo Radio (Liverpool), Islington Radio (London), Melodic Distraction (Liverpool), Amazing Radio.
Live shows include: public events (King Charles Coronation Official Celebration Event – London), lively festivals (Big Condo Weekender – Liverpool, Blue Days – Vipiteno, IT), as well as more intimate venues (Dingwalls, Under The Radar, London Kindred).
Valentina’s upcoming EP will be presented with a series of live shows across 3 different countries (the UK, Italy, Germany – dates tbc).
FeMa – Verde Mar (2025) (single)
FeMa – Verde Mar (2025) (single)
FeMa., talento emergente do indie pop nacional e projeto artístico de Diogo Félix, lança novo single “Verde Mar”, uma canção de mensagem ecologista que nos instiga a não desistir mesmo perante o “Am do mundo”.
“Verde Mar” é o novo single de FeMa., artista alcobacense que já editou dois EPs – HOMNiA (2024) e uma palavra chamada folha (2022). É uma canção profundamente marcada pela dualidade entre o presente de destruição que assola a terra humana e o mar como símbolo de esperança e fuga.
A canção reNete sobre um mundo devastado por guerras e conNitos, onde a terra, antes refúgio e lar, transforma-se num lugar cego e sufocante. Nesse cenário, o mar surge como um horizonte libertador, uma promessa de renovação, transcendência e paz no meio do caos. A letra carrega em si uma forte simbologia, “Verde água jaz ao fundo do meu altar”, “Acordei no meio da marcha,” que evoca a dor de uma humanidade em ruínas, mas também a busca incessante por recomeços. A melodia, com raízes no fado e toques contemporâneos, intensiTca essa narrativa, equilibrando a melancolia da perda com a esperança da transformação.
“Verde Mar” é uma resposta aos tempos em que vivemos. Um hino para aqueles que carregam o peso de um mundo em colapso, mas ainda encontram no horizonte, a promessa de um futuro mais promissor.
Este é o primeiro de vários lançamentos de FeMa. ao longo de 2025 e antecipa a edição do primeiro longa-duração do artista. A canção já está disponível em todas as plataformas, incluindo no YouTube com um videoclipe realizado por Daniel Evangelista.
FeMa. vai estar pela estrada neste início de ano um pouco por todo o país. Sobe a palco já a 7 de fevereiro na Escola Normal no Porto e a 27 do mesmo mês no Com Calma em Lisboa. Já em março e abril faz uma digressão por FNACs espalhadas por todo Portugal, começando no Colombo (Lisboa) e passando depois, por ordem, por Almada, Alfragide, Coimbra, Braga, Guimarães (no CAAA), NortheShopping, Funchal Oeiras e Cascais.
Michel Legrand – Legrand cinéma (1967)
Michel Legrand – Legrand cinéma (1967)
Memória de Elefante 24/02/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.