Um Corpo Estranho – Canção Da Paciência (José Afonso) (2025) (single)
Um Corpo Estranho – Canção Da Paciência (José Afonso) (2025) (single)
Um Corpo Estranho lança versão de “Canção da Paciência”, tema original de José Afonso
O duo setubalense formado por Pedro Franco e João Mota volta a editar novo single, desta vez uma versão de José Afonso, “Canção da Paciência”. Não sendo a primeira vez que se debruçam sobre o trabalho do “cantor andarilho”, por ser uma das suas grandes influências, os Um Corpo Estranho revisitam este tema inspirados pela sua mensagem ainda tão atual face ao rumo das sociedades modernas e da espuma dos dias que correm.
Referem ainda que sendo a música e as expressões artísticas um dos últimos redutos da liberdade e à qual cabe lutar por um lugar de reflexão e questionamento dentro das problemáticas humanas, é importante lembrar as razões e as condições nas quais tantos temas foram escritos, mantendo-os vivos, ainda que com diferentes roupagens.
O tema foi produzido por Sérgio Mendes e conta com Vídeo de Pedro Estevão Semedo e Fotografia de Mário Guilherme. A edição cabe à Setubalense Malafamado Records.
Coffee Breakz #102 – Vagabond Ways
Coffee Breakz #102 – Vagabond Ways
Autor: Helder Gomes
Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.
Tracklist:
1. Marianne Faithfull
1.1 As Tears Go By
1.2 The Ballad of Lucy Jordan
1.3 Vagabond Ways
2. Metallica — The Memory Remains
3. Bonnie “Prince” Billy — Tonight With the Dogs I’m Sleeping
4. MIKE
4.1 Clown of the Class (Work Harder)
4.2 Bear Trap
5. Just-Ice — Gangster of Hip Hop
6. Benjamin Epps
6.1 L’Enfant Sacré de Bellevue (ft. Abd Al Malik)
6.2 Shoe Box (ft. Conway the Machine)
7. Bad Bunny — Lo Que Le Pasó a Hawaii
8. Madvillain — All Caps (demo)
9. Ambrose Akinmusire — Bloomed (The Ongoing Processional of Nighas in Hoodies)
10. Deafheaven — Magnolia
Tiwa Savage – Water & Garri (original motion picture soundtrack) (2024)
Tiwa Savage – Water & Garri (original motion picture soundtrack) (2024)
Memória de Elefante 05/02/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Libra – Spells (2025) (single)
Libra – Spells (2025) (single)
LIBRA lança “SPELLS”, o primeiro avanço para o álbum de estreia
LIBRA, rapper, cantora e compositora, apresenta “SPELLS”, o primeiro single do seu aguardado álbum de estreia. Este lançamento afirma a sua identidade artística e desafia os preconceitos quanto ao lugar que ocupa no rap. Com a sua escrita afiada e um tom que oscila entre a aspereza e a suavidade, LIBRA revela a sua primeira provocação — um manifesto de rap consciente que nos traz a raiva e a honra em ser mulher.
“SPELLS” traduz a urgência em mudar a forma como as mulheres são vistas e tratadas nos dias de hoje, focando-se especialmente no meio do Hip-Hop. A artista canaliza para a música a força de quem carrega na garganta um grito há demasiado tempo contido. Com este single, LIBRA rompe silêncios, enfrenta as estruturas e reivindica o espaço que também é seu.
“So many people wishing me to fall / What are you afraid of? / Casting spells to catch me? / What do you think I am made of?” — assim começa “SPELLS”, com versos que desafiam diretamente aqueles que duvidam do seu percurso. LIBRA faz da sua arte um ato de resistência e, ao mesmo tempo, uma busca pela sua ancestralidade e consciência sociopolítica.
Na fronteira entre o Conscious Rap e o R&B, LIBRA não se encaixa em definições rígidas. Pelo contrário, constrói a sua linguagem musical e performática equilibrando raízes, contrastes e oposições. Como o signo que carrega no nome, LIBRA é mulher e manifesto. A sua voz reflete uma demanda por justiça, equilíbrio e liberdade de expressão, trazendo para a música uma mensagem que contamina e transforma quem a ouve.
“SPELLS” marca o arranque dos lançamentos do álbum de estreia e já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.
Orquestramente Pop – Michael Faustino (entrevista 30-01-25)
Orquestramente Pop (Entrevista 30-01-25)
Mickael Faustino comenta na Radio Olisipo sobre os novos espetáculos do projeto Orquestramente Pop
Autor da entrevista: Francesco Valente
A Orquestramente Pop é um projeto solidário que leva música e esperança a crianças, jovens e famílias em hospitais, escolas e IPOs.
No próximo dia 9 de Fevereiro, pelas 16h00m, a Orquestramente Pop leva o espectáculo Super Heroes In Concert ao Teatro José Lúcio da Silva, em Leiria.
Super Heroes In Concert é muito mais do que um concerto – é uma celebração da força, coragem e magia dos super-heróis que nos inspiram todos os dias.
Ao som de uma orquestra ao vivo com performances arrebatadoras, num espectáculo envolvente e cheio de emoção, ouvem-se os temas mais icónicos e épicos dos super-heróis da Marvel e DC Comics, numa experiência imersiva e inesquecível, ideal para toda a família.
Dia 19 de Abril (nova data), pelas 16h00m, o espectáculo Sistema Musical é apresentado no Fórum Lisboa e conta com os convidados Mickael Faustino, André Santos, Surma, Bruno Santos e haverá surpresas.
Estes concertos são sempre um verdadeiro desafio, tanto a nível musical como a nível de comunicação, estimula-nos a desenvolver uma capacidade de adaptação muito rápida para que a experiência seja a melhor possível para o público. A nível pessoal é muito enriquecedor, a nível profissional transporta-me para uma realidade diferente da convencional o que proporciona também o desenvolvimento e crescimento.
Bruno Santos
Em Sistema Musical a música é o passaporte e cada concerto é uma viagem incrível a planetas únicos, dedicados a instrumentos musicais. As famílias serão transportadas para um universo mágico, guiadas por músicos talentosos que, através de um repertório emocionante, revelam as histórias, características e encantos de cada instrumento. Nesta edição especial, viajaremos por quatro planetas incríveis: Planeta Electrónica, Planeta Trompa, Planeta Saxofone e Planeta Guitarra. Mas a aventura não termina aqui! No final do concerto, as crianças terão a oportunidade de explorar e experimentar os instrumentos, transformando curiosidade em descobertas inesquecíveis.
A receita destes espectáculos, após as despesas, será usada para concretizar um sonho: levar música, alegria e momentos de alívio a crianças, jovens e famílias em hospitais e instituições, com a realização de mais de 50 concertos didáticos em 2025, incluindo visitas regulares ao IPO de Lisboa e Porto, Hospital de Santa Maria, Hospital D. Estefânia, Hospital São João, Casas Acreditar de Lisboa, Porto e Coimbra e muitas outras organizações.
Nestes concertos didácticos, a música é apresentada de forma interativa e educativa, permitindo que crianças e famílias conheçam os instrumentos, vivam momentos de descontração e sintam o poder da música como uma força de transformação. Estes eventos são mais do que entretenimento – são uma forma de levar esperança, conforto e inspiração a quem enfrenta desafios difíceis.
O importante é que cada pessoa adquira um bilhete, de forma a nos ajudar a levar música a quem mais precisa! Cada bilhete vendido é uma oportunidade de fazer a diferença. Vibre com a música, viva a experiência e ajude-nos a espalhar alegria e esperança.
Com a ajuda de todas as pessoas que adquirirem um bilhete para um dos espectáculos, podemos fazer muito mais e levar esta iniciativa a ainda mais comunidades, transformando vidas através da magia da música.
Juntos podemos transformar a vida!
Hedvig Mollestad – Ekhidna (2020)
Hedvig Mollestad – Ekhidna (2020)
Memória de Elefante 04/02/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Trovador Urbano #36
Trovador Urbano #36
Autor:
David Calderon
(episódio de 4 de Febrero)
Trovador Urbano
Presentador: David Calderón
Inicio emisiones: Año 1994
Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)
Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am
Tipo: Directo
Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!
Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com
O sofrimento e a esperança das mulheres afegãs são o motor desta peça. Fazel escreveu estes versos depois de falar com a sua irmã, cujo nome significa primavera, mas que nos últimos anos parece ter perdido esse significado. O rouxinol era um símbolo de amor e liberdade e agora uma mulher presa, o Afeganistão era um jardim verdejante e agora uma gaiola sombria. Mas é tempo de resignificar o mundo possibilitando a libertação, lembrando às mulheres afegãs atrás do véu a imensa força que há nelas, comunicando ao mundo que até o som das suas vozes foi proibido, como o da música. As palavras persas em azul procuram a liberdade na pele dela; um rubab, símbolo da música afegã, geme sobre uma árvore morta, um mundo que não escuta; um refugiado que só consegue comunicar-se com a natureza acaricia uma oliveira do país longínquo que o acolhe; esse mesmo homem dança com um vestido vazio que simboliza a desaparição da mulher na sociedade afegã… mas ela consegue escrever na pele dele a palavra Âzâdi, irmã da nossa liberdade.
Garajau – Po De Arroz (2025) (single)
Garajau – Po De Arroz (2025) (single)
Garajau lançam versão de ‘Pó de Arroz’ do irreverente Carlos Paião
Depois de ‘Sal & Lima’, o mais recente single de Garajau, ter sido a 5ª canção mais votada na Antena 3 em 2024, no top anual de canções, a dupla lança agora uma versão de ‘Pó de Arroz’ do eterno Carlos Paião, numa sonoridade distinta como a própria já nos habitou nas suas canções.
Esta escolha surge depois de Garajau incluir nos seus sets ao vivo algumas versões de canções que admiram. “A ideia era dar uma roupagem nova e adaptar as composições ao nosso estilo. Uma dessas músicas foi a Pó de Arroz. A reação do público foi instantânea e logo no primeiro concerto tivemos pessoas a perguntar se tínhamos a versão gravada. Esta reação multiplicou-se pelos vários concertos e ficou na nossa cabeça a ideia de gravar uma versão dessa música.” acrescenta a dupla.
Garajau surgem em 2020, quando André Pires Costa e Tiago Luz, inspirados pelos
seus interesses musicais comuns, começaram a escrever canções através de videochamadas, numa altura em que o mundo estava confinado. O nome da banda vem da ave Garajau-comum, que é uma ave migratória – simbolismo alusivo à migração de estilos musicais apresentados pela dupla.
Lançam em 2021 o primeiro single ‘Jardim’ produzido por Andrés Malta, reconhecido pelos seus trabalhos com artistas como GNR, The Gift, ENES, Lemons Lovers, Davide Lobão, entre outros. Em 2023 surge o álbum de estreia intitulado ‘O Amor não se Abrevia’ produzido novamente por Andrés Malta, com uma contribuição especial de João André na faixa ‘O Amor não escolhe o dia’.
Eis que, depois de ‘Sal & Lima’ nos fazer dançar durante todo o ano de 2024, surge esta versão única do inconfundível ‘Pó de Arroz’ de Carlos Paião. “Aceleramos os bpm, elevamos as guitarras e adicionamos um baixo groovy a um dos refrões mais icónicos da música portuguesa. Estamos muito contentes com o resultado porque conseguimos mostrar as nossas influências e dar uma nova vida a esta canção honrando o trabalho original do Carlos Paião.” afirmam Garajau.
Esta versão que funde o original ‘Pó de Arroz’ com as raízes e linhas bem delineadas de pop-rock e indie-pop da banda, foi também ela produzida por Andrés Malta, e encontra-se agora disponível em todas as plataformas digitais.
Bombazine – Samba Celta (Entrevista 30-01-25)
Bombazine – Samba Celta (Entrevista 30-01-25)
Manuel Protasio comenta na Radio Olisipo sobre o novo álbum dos Bombazine “Samba Celta”
Autor da entrevista: Francesco Valente
Os bombazine anunciam as primeiras datas da apresentação ao vivo do seu LP de estreia Samba Celta, numa digressão que irá passar por Lisboa, Porto, Évora, Leiria e Famalicão, e que contará ainda com mais concertos.
A banda vai estrear a apresentação do disco no Musicbox, em Lisboa, dia 8 de fevereiro, seguindo para uma estreia na cidade do Porto no dia 21 de fevereiro, no Maus Hábitos – Espaço de Intervenção Cultural.
Após os concertos de Lisboa e Porto, segue-se a participação da banda nas meias-finais do Festival da Canção 2025, no dia 1 de março.
As apresentações ao público retomam no mês de abril, com concertos na SHE em Évora (5 de abril), no Texas Bar em Leiria (12 de abril) e na Casa do Artista Amador, em Famalicão (16 de maio).
O novo disco da banda é fruto de cerca de um ano de trabalho criativo em estúdio, culminando numa viagem por 9 faixas que consolidam as raízes e influências do grupo, pintando-as na tela de um Portugal moderno.
O título Samba Celta simboliza as balizas criativas que a banda usou na definição da estética do novo trabalho: “Estávamos com algumas influências de sonoridades mais tropicais e queríamos contrastá-las com uma emoção mais local, mais portuguesa. O resultado não é seguramente samba nem celta, mas acreditamos que as músicas têm todas um paralelismo estético que as une”.
Gravado no Bairroup Studios, em Lisboa, o disco conta com a produção e mistura de João Sampayo e a masterização de Miguel Pinheiro Marques (Arda Recorders). Conta ainda com a participação dos músicos Fernão Biu (sopros), Sofia Ribeiro de Faria (violinos), Inérzio Macome (violoncelo) João Sampaio (percussões, coros) e Quica Granate (coros).
O disco – lançado nas plataformas de streaming em novembro de 2024 – conta agora com uma edição física limitada e exclusiva em vinil, já disponível para venda através do marketplace da banda e do Spotify.
Em relação ao EP de estreia Grã-Matina, que assumiu uma verticalidade indie mais “rock”, Samba Celta representa “uma procura consciente por novos horizontes estéticos, sem nunca perder de vista os elementos de um tecido sonoro vincado pelo groove”.
Depois dos singles “Cartago”, “Pouca Dura” e “Continuar Assim”, a banda recorta também um novo single do álbum Samba Celta – intitulado “Até Três”. A canção retoma a sonoridade mais alegre e festiva de “Cartago” e “Pouca Dura” – evocando os grooves mais dançáveis a que a banda nos tem habituado – e conta ainda com as participações especiais de Fernão Biu (Zarco, Conjunto Cuca Monga) no clarinete, e Sofia Ribeiro de Faria, nos violinos.
A banda tem planos para estender a sua digressão pelo país, com mais datas a anunciar em breve.
Eric Haydock: The Hollies – Evolution (1967)
Eric Haydock: The Hollies – Evolution (1967)
Memória de Elefante 03/02/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
1 Álbum 100 Palavras #79: Carlos Bica, Frank Möbus, Jim Black – Azul (1996)
1 Álbum 100 Palavras #79: Carlos Bica, Frank Möbus, Jim Black – Azul (1996)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
“Azul” (1996) é o álbum de estreia do trio liderado pelo contrabaixista português Carlos Bica, ao lado do guitarrista alemão Frank Möbus e do baterista norte-americano Jim Black. O disco apresenta uma fusão única de jazz contemporâneo, música folk e influências europeias, com melodias líricas e improvisações criativas. Bica lidera o trio com composições delicadas e expressivas, como “Canção do Desencontro,” que refletem sua sensibilidade musical. A interação entre a guitarra de Möbus e a percussão inventiva de Black cria uma sonoridade rica e atmosférica. “Azul” tornou-se um dos trios mais inovadores da cena jazzística europeia, conquistando grande reconhecimento internacional.