
Esquivel And His Orchestra – Latin-Esque (1962)
Memória de Elefante 20/01/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Esquivel And His Orchestra – Latin-Esque (1962)
Memória de Elefante 20/01/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

1 Álbum 100 Palavras #77: Dizzy Gillespie And His Orchestra – Afro (1954)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
“O álbum “Afro” (1954), de Dizzy Gillespie e sua orquestra, é um marco no jazz, fundindo ritmos afro-cubanos com o bebop. Este álbum inovador reflete a paixão de Gillespie por explorar tradições musicais africanas e latinas, com arranjos ricos e percussão vibrante. A peça central, “Manteca,” coescrita com Chano Pozo, é um clássico que simboliza essa fusão. Faixas como “Con Alma” e “Afro Suite” destacam a habilidade de Gillespie em integrar melodias complexas e grooves dinâmicos. A colaboração com músicos latinos de renome, como Pozo e René Hernández, traz uma autenticidade única, tornando “Afro” um marco no movimento Afro-Cuban jazz.”

Prazeres Interrompidos #333: John Banville – Marlowe o caso da loira misteriosa (2014)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Num desses dias sem história, uma jovem e bonita mulher entra no escritório de Philip Marlowe. Chama-se Clare Cavendish, é herdeira de uma fortuna feita no mundo dos perfumes e quer contratá-lo. Pretende que o famoso detetive encontre um antigo amante, um homem chamado Nico Peterson, que desapareceu.O que poderia ser um caso relativamente banal, torna-se um trabalho tão estimulante quanto arriscado para Marlowe. Por um lado, irá sentir-se enfeitiçado pela loura de olhos negros. Por outro, irá envolver-se numa investigação de alto risco para tentar descobrir até onde poderão ir os Cavendish para proteger uma grande fortuna.

Mia Tomé – Pudesse Eu Infinita Cavalgar (2025) (single)
Mia Tomé, artista conhecida pelo seu trabalho de Atriz e Voice Artist, prepara-se para lançar um novo disco em que canta e declama a poesia de Emily Dickinson. “Pudesse eu infinita cavalgar” é o novo single que nos desvenda já mais um pouco do disco a editar no próximo dia 30 de janeiro.
Gravado no Oracle Recording Studio, no Deserto de Sonora (Arizona, EUA), o álbum “Há um Herbário no Deserto” canta e diz a poesia de Emily Dickinson, em português e em inglês. Na voz de Mia Tomé, e com harmonias que viajam entre o folk e o pop, este disco conta-nos várias histórias ao ouvido, que comemoram a poesia no feminino. Estará disponível em vinil e nas plataformas digitais no final deste mês numa edição de autor.
O novo single que desvenda já um pouco deste novo disco de Mia Tomé, “Pudesse eu infinita cavalgar” é o primeiro tema do álbum em voz cantada, com um dos poemas mais belos de Emily Dickinson [Could I but ride indefinite], na opinião da artista.
“Sem dúvida que para mim este poema é uma espécia de Manifesto Feminista do século XIX, mal o li, percebi que tinha que o gravar. Este tema evoca a figura de uma mulher livre, que cavalga no seu cavalo em busca do mundo, que quer viver a natureza livre como uma abelha. Para mim esta é também uma referência às ‘Mulheres do Oeste Americano’ que tantas vezes foram silenciadas e reduzidas a papeis secundários em vários filmes Western. Esta é mais uma vez uma forma de fazer justiça a essas figuras heroicas que não foram assim tão celebradas na ficção”, refere Mia Tomé.
Este lançamento segue-se a “Como as montanhas Gotejam de Sôl-Por”, que está já disponível desde novembro de 2024.
A primeira apresentação ao vivo de “Há um Herbário no Deserto” acontece também no dia 30 de janeiro, pelas 18H30, na FNAC Chiado, em Lisboa. A entrada é livre.
Sobre Mia Tomé:
Atriz, Cantora e Voice Artist, é formada pela “The Lee Strasberg Theatre and Film Institute” em Nova Iorque como bolseira da Fundação Gulbenkian, e em “Teatro” pela Escola Superior de Teatro e Cinema.
Destaca-se por trabalhar a Palavra e o gênero Spoken Word, tem vindo a desenvolver diversos projetos sobre Poesia no Femino como o álbum “Projeto Natália” que contou com vários concertos internacionais em Washington DC, Boston e Nova Iorque.
Em 2021 inicia a sua relação profissional com o Arizona, durante uma residência artística como bolseira da FLAD, onde se focou nas “Mulheres Artistas do Oeste” cruzando Música, Poesia e a Imagem em Movimento.
Colabora em 2022 com o produtor Francis Kelly e decidem gravar o “Há um Herbário no Deserto” no Oracle Recording Studio.
Já se apresentou em palcos como Harvard Club (Manhattan), Dartmouth (Massachusetts), Fast Forward (Dresden, Alemanha), e em 2023 foi a convidada da Embaixada Portuguesa em Washington DC para cantar nas celebrações da Língua Portuguesa.
Colaborou com artistas como Alex & The Moondaze, Noiserv, Elisa Rodrigues, Herbert Walker ou Clara Lacerda.

Christone “Kingfish” Ingram – Kingfish (2019)
Memória de Elefante 19/01/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #199
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 8 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
Sphere → Trinkle, Tinkle
Jamie Saft → Raise Four
Alexander Von Schlippenbach → Lokomotive
Giovanni Tommaso Steve Lacy → Steve
Giovanni Tommaso → Walk Slow
Jeff Lederer → Cheapening The Process
Jackie Mclean → Cancellation
The Trio → Sixes And Sevens
Martial Solal → I Got Rhythm / Tea For Two
Diana Krall → All Or Nothing At All

Catman Plays The Blues #157
Recuperamos esta semana do baú das memórias um disco da Phantom Blues Band e outro do grande James Cotton.

Música em Bairros #3 – Mbye Ebrima
Entrevista 30/12/24
Autor: Francesco Valente
Entrevistados: Mbye Ebrima (Gambia)
Música em Bairros
Música em Bairros brings music from diverse cultures to communities facing higher barriers for cultural participation while providing professional performing opportunities for migrant artists.
SOMA Cultura – Empowering newcomer artists
We are committed to empowering migrant artists in Portugal, enabling them to pursue their creative passions, collaborate with local artists and institutions, and build bridges within communities – strengthening the social fabric of an already diverse society.

Vassilis Tsitsanis – Sinnefiasmeni Kiriaki (2014)
Memória de Elefante 18/01/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Capão – Corre & Saca (2025) (single)
Desde muito cedo Capão descobriu o seu gosto e talento pela música, sobretudo pelo trap. Tudo começou numa noite em que os amigos decidiu fazer uma batalha de rimas, tendo-se apercebido como o próprio conta, “que tinha jeito para rimar”. Impulsionado por esta descoberta, procura saber mais e começa a ouvir Teto, rapper brasileiro que o influencia musicalmente e o leva a apaixonar-se pelo trap. Decidido que queria fazer música a sua vida, dedica bastante do seu tempo a rimar e a aperfeiçoar-se enquanto rapper e artista, trabalho que culmina com o lançamento da sua primeira música, intitulada “Lágrimas”, em janeiro de 2023. Estava dado o primeiro passo de um percurso ainda jovem, mas cheio de talento. Apostando toda a sua dedicação e esforço para tornar a sua música cada vez melhor, seguiu-se o lançamento do tema “Vida Controversa” e, logo de seguida, foi apresentado “Sopro”. Em agosto foi o momento de mais um lançamento, novo tema de Capão, desta vez, com maior impacto do que os temas anteriores. O single “Série” atingiu as 7 mil streamings no Spotify, tornando-se no seu tema de maior sucesso. Capão fechou o ano com o lançamento do seu primeiro EP, intitulado “Dupla Personalidade”, num trabalho íntimo e muito pessoal. Com o início de 2024, o artista lança “Bruxo” e “Blackjack”, dois novos singles com um conceito repartido, mas ligados entre si através de uma mensagem. Dezembro trouxe o terceiro single do ano, intitulado “CORRE&SACA”, que foi acompanho pelo lançamento do respetivo videoclipe, o primeiro do artista.
O rapaz que queria ser ciclista, deixou esse sonho pela música, na procura pela perfeição naquilo que mais gosta de fazer, rimar.
O novo single de Capão, intitulado “CORRE&SACA”, lançado na passada sexta-feira (dia 06), fala-nos do sentimento de união e de pertença a uma família, numa jornada de descoberta e aventura, repleta de desafios, perigos, respeito e desordem. Num misto de emoções, Capão lidera a sua crew Corre&Saca no planeamento de um assalto, que se revela bem-sucedido, à partida, mas com consequências que os próprios desconhecem. Numa ideia de família e de união, Capão procura rodear-se de pessoas de confiança e próximas de si, resultando num misto de relações perigosas e amores desejados.
Este novo tema de Capão é mais um passo de afirmação e de crescimento da sua carreira, numa procura por ganhar espaço na cena trap e hip-hop nacional. Com um beat contagiante e uma letra repleta de rimas viciantes, o single “CORRE&SACA” pretende confirmar e dar a conhecer todo o grande talento do jovem rapper.
“CORRE&SACA” encontra-se disponível nas principais plataformas digitais.

African Roots #65
Autor:
Gil Santos
African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.
Tudo gravado em vinil.
TRACKLIST:
1 – Hortencio Langa – Valava Lovolo
2 – Eusébio Faustino – Ngoma Ya Makandju
3 – Walter – Chimbalame
4 – Sam Mangwana – Canta Mocambique
5 – João taubkin – Tinogona
6 – Lenna Bahule – Eu Quero Ser
7 – Wazimbo – Djika
8 – Orquesta Marrabenta Star – Elisa Gomara Saia
9 – Djaaka – Tambalane
10 – Gonzaga – Loconiangula
11 – Ghorwane – Sathuma
12 – Mabulu – Palavra D’Honra
13 – Fany Mpfumo – Lesvi Wene Unga Xonga
14 – As Meninas De Moçambique – Moçambique

Kazumasa Akiyama – Dig My Style (1978)
Memória de Elefante 17/01/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.