Ruca Rebordão – Berimbando (2024) (single)

Ruca Rebordão – Berimbando (2024) (single)

Após colaborar em mais de 200 álbuns de outros artistas e ainda de bandas das quais fui membro fundador ou parte da banda (Palmares, Banda Desenhada, Valdez e as Piranhas Douradas, A Fúria do Açúcar, N’Goma Makamba, D’Alambre, Couple Coffee & Band, Samadhi, entre outros), chegou agora a hora de lançar um álbum em nome próprio.

Mestiço Atlântico – Um sonho pensado por mim e partilhado com outros grandes músicos, compositores e autores. Um álbum que vibra com influências e inspirações profundas, onde está presente muita da minha experiência cultural atlântica, formada pelo triângulo Angola-Brasil-Portugal. 

Angola – país onde nasci e vivi até aos 13 anos e que teve um papel determinante na minha descoberta do ritmo e do início da minha vida como músico e compositor; Brasil – onde vivi toda a fervilhante adolescência, absorvendo a riqueza e variedade musicais infindáveis deste país; Portugal – onde estão as minhas raízes familiares e onde me sinto em casa, como pessoa e como músico profissional, respirando através da sua forte e maravilhosa cultura.

Para este álbum conto com colaborações e participações de grandes músicos e autores: Rão Kyao, Paulo de Carvalho, Luanda Cozetti, Norton Daiello, Luiz Caracol, Sandra Martins, José Fialho Gouveia, Ciro Bertini, António Pinto, Ivo Costa, Gustavo Roriz, Nanã Sousa Dias, Marta Coutinho, Múcio Sá, Beto Bertolini, Chris Wells, Guto Lucena, Biru e ainda a participação da minha filha Maiara Rebordão num dos temas. A todos eles o meu eterno obrigado por emprestarem a sua arte a este disco, um processo longo que está finalmente disponível para o mundo.   

As composições são na sua grande maioria originais, de minha autoria. As restantes, de outros autores ou parcerias, tendo apenas uma das canções sido gravada e editada anteriormente (de autoria de Milton Nascimento e Fernando Brant). 

A produção musical deste álbum é do músico/compositor/produtor Ciro Bertini, amigo de longa data, com quem tenho também partilhado palco ao longo de vários anos, sendo a co-produção musical de minha autoria.

Espero que se sintam tão cheios de vida e energia quanto eu ao sabor desta música mestiça, deste mestiço atlântico. Boas viagens.

Ruca Rebordão Feat Luiz Caracol – Minha Terra (2022) (single)

O terceiro single “Minha Terra” descreve a forma de estar e viver num lugar ideal, livre igualitário, justo. Um texto sempre atual, um sonho que guia a construção do álbum “Mestiço Atlântico” que estará disponível no mercado digital no início de 2023.

“Minha Terra” – letra de José Fialho Gouveia, e conta com a participação especial de Luiz Caracol – composição da música, voz e guitarras.

A produção do tema e do disco é de Ciro Bertini, que também participa como músico convidado em diferentes temas e composições em parceria com Ruca Rebordão.

Singles já editados do álbum “Mestiço Atlântico”
• “Vale Santiago” (2020) com interpretação de Rão Kyao na flauta de bambu, Tony Pinto nas guitarras, Gustavo Roriz no baixo eléctrico, Ciro Bertini no Acordeão, Ivo Costa na bateria e Ruca Rebordão na percussão e voz; (2021) – todos os instrumentos e voz de Ruca Rebordão.

Ficha técnica de “Minha Terra” – Ruca Rebordão
Música – Luiz Caracol
Letra – José Fialho Gouveia
Percussão e co-produção – Ruca Rebordão
Voz, Guitarras, Cavaquinho e Baixo – Luiz Caracol
Flautas – Ciro Bertini
Coros – Luiz Caracol e Ciro Bertini
Produção – Ciro Bertini
Mistura e masterização – Ivo Costa

Gravado nos estúdios: Pimenta Preta, Ruma

Ruca Rebordão – O Dundo (2022) (single)

Percussionista e compositor com mais de 30 anos de carreira como músico profissional com base em Portugal. É natural de Angola, emigrou jovem para o Brasil, residiu na Austrália e USA. Atualmente vive em Portugal. Iniciou a sua paixão pela percussão ainda em Angola, mas foi já no Brasil que tomou contacto mais aprofundado sobre instrumentos e ritmos brasileiros. Estudou na Escola de Artes e Ofícios no Rio de Janeiro, na Juventude Musical Portuguesa em Lisboa e na Universidade de Sydney na área de World Music.

As suas influências são muito variadas, oriundas quer da sua experiência de vida pessoal quer do contacto com músicos de todo o planeta, mas África Austral, Países Mediterrânicos, Brasil e Cuba
são as mais marcantes na sua musicalidade e composições. Gravou e/ou tocou com inúmeros artistas quer a nível nacional quer internacional, entre eles: Sadao Watanabe (Japão – onde realizou tournés durante oito anos consecutivos); Rão Kyao, Madredeus, Teresa Salgueiro, Paulo de Carvalho, António Chaínho, JP Simões, João Gil, Mariza, Sergio Godinho, Paulo de Carvalho, Vitorino, Camané, Luiz Caracol, Joana Amendoeira, Ana Laíns, Silvana Peres, Maria João entre muitos outros (Portugal); Anna Maria Jopek (Polónia); Susan Palma-Nidel, Melody Gardot, Tommy Campbel, Steve Thornton, Leo Travessa, Melissa Meell (USA); Ivan Lins, Martinho da Vila, Toquinho, Fafá de Belém, Fred Martins, Flávia Bittencourt, Daniela Mercury (Brasil); Alejandro Sanz, Rosana (Espanha); Karl Seglem (Noruega); entre outros. Membro e/ou fundador de bandas como Palmares (Austrália), A Fúria do Açúcar (banda Pop de grande sucesso em Portugal), N’Goma Makamba (Grupo de percussão tradicional de Angola),
Orquestra Salpicante, D’Alambre, Couple Coffee e Takatum. Em 2011 formou o duo Samadhi com
Rão Kyao e gravaram o álbum de estreia “Pure Light”. Participa igualmente no projecto solo de Rão
Kyao há 18 anos tendo já gravado 8 álbuns do flautista português.

Ruca já gravou mais de 180 álbuns e 8 Dvd ́s ao vivo. Tocou nos melhores teatros e salas de espectáculo de várias capitais mundiais e cidades importantes de cada país. Para além disso, foi professor de vários workshops e master classes para alunos de percussão no Japão e em escolas e conservatórios em Portugal. Foi também o convidado especial no Festival de Percussão e Bateria
no Lavra em 2010.
Mais recentemente tem também desenvolvido projectos que interligam música, dança e teatro,
destacando:
Espande! (2015) no Museu do Papel em Paços de Brandão com direcção de Madalena Victorino;
“Roda Atlântica” (2016) com coreografia de Marta Coutinho; “
Bule-Bule – Novas Danças Tradicionais” (desde 2016 em apresentações várias); Tour na Argentina (2019) no âmbito da troca e mostra cultural com o projecto Bule-Bule e Luiz Caracol em Santa Fé, Rosário,Tostado e Buenos Aires; Espetáculo comunitário “Afluentes” com Marta Silva e Marta Coutinho em Mangualde, Fornos de Algodres, Nelas e Gouveia, 2022; Grupo Takatum, actualmente com três espectáculos em carteira.


Atualmente toca em diferentes projectos musicais (Rão Kyao, Nancy Vieira, Trio Orfeu, Susan
Palma-Nidel, Joana Amendoeira, Silvana Peres, Bule-Bule e Takatum). Lançou em 2020
Santiago”, o primeiro single do seu próprio álbum a editar em 2023. Em outubro de 2020 lançou
mais um single de sua autoria “O Dundo”, onde homenageia a sua cidade natal em Angola.

www.rucarebordao.com

Ruca Rebordão – Vale Santiago (2022) (single)

Percussionista e compositor com mais de 30 anos de carreira como músico profissional com base em Portugal. É natural de Angola, emigrou jovem para o Brasil, residiu na Austrália e USA. Atualmente vive em Portugal. Iniciou a sua paixão pela percussão ainda em Angola, mas foi já no Brasil que tomou contacto mais aprofundado sobre instrumentos e ritmos brasileiros. Estudou na Escola de Artes e Ofícios no Rio de Janeiro, na Juventude Musical Portuguesa em Lisboa e na Universidade de Sydney na área de World Music.
As suas influências são muito variadas, oriundas quer da sua experiência de vida pessoal quer do contacto com músicos de todo o planeta, mas África Austral, Países Mediterrânicos, Brasil e Cuba
são as mais marcantes na sua musicalidade e composições. Gravou e/ou tocou com inúmeros artistas quer a nível nacional quer internacional, entre eles: Sadao Watanabe (Japão – onde realizou tournés durante oito anos consecutivos); Rão Kyao, Madredeus, Teresa Salgueiro, Paulo de Carvalho, António Chaínho, JP Simões, João Gil, Mariza, Sergio Godinho, Paulo de Carvalho, Vitorino, Camané, Luiz Caracol, Joana Amendoeira, Ana Laíns, Silvana Peres, Maria João entre muitos outros (Portugal); Anna Maria Jopek (Polónia); Susan Palma-Nidel, Melody Gardot, Tommy Campbel, Steve Thornton, Leo Travessa, Melissa Meell (USA); Ivan Lins, Martinho da Vila, Toquinho, Fafá de Belém, Fred Martins, Flávia Bittencourt, Daniela Mercury (Brasil); Alejandro Sanz, Rosana (Espanha); Karl Seglem (Noruega); entre outros. Membro e/ou fundador de bandas como Palmares (Austrália), A Fúria do Açúcar (banda Pop de grande sucesso em Portugal), N’Goma Makamba (Grupo de percussão tradicional de Angola), Orquestra Salpicante, D’Alambre, Couple Coffee e Takatum. Em 2011 formou o duo Samadhi com Rão Kyao e gravaram o álbum de estreia “Pure Light”. Participa igualmente no projecto solo de RãoKyao há 18 anos tendo já gravado 8 álbuns do flautista português.

Ruca já gravou mais de 180 álbuns e 8 Dvd ́s ao vivo. Tocou nos melhores teatros e salas de espectáculo de várias capitais mundiais e cidades importantes de cada país. Para além disso, foi professor de vários workshops e master classes para alunos de percussão no Japão e em escolas e conservatórios em Portugal. Foi também o convidado especial no Festival de Percussão e Bateria
no Lavra em 2010.
Mais recentemente tem também desenvolvido projectos que interligam música, dança e teatro, destacando:
Espande! (2015) no Museu do Papel em Paços de Brandão com direcção de Madalena Victorino; “Roda Atlântica” (2016) com coreografia de Marta Coutinho; “Bule-Bule – Novas Danças
Tradicionais” (desde 2016 em apresentações várias); Tour na Argentina (2019) no âmbito da troca e mostra cultural com o projecto Bule-Bule e Luiz Caracol em Santa Fé, Rosário,Tostado e Buenos Aires; Espetáculo comunitário “Afluentes” com Marta Silva e Marta Coutinho em Mangualde, Fornos de Algodres, Nelas e Gouveia, 2022; Grupo Takatum, actualmente com três espectáculos em carteira.
Atualmente toca em diferentes projectos musicais (Rão Kyao, Nancy Vieira, Trio Orfeu, Susan Palma-Nidel, Joana Amendoeira, Silvana Peres, Bule-Bule e Takatum). Lançou em 2020 Santiago”, o primeiro single do seu próprio álbum a editar em 2023. Em outubro de 2020 lançou mais um single de sua autoria “O Dundo”, onde homenageia a sua cidade natal em Angola.

www.rucarebordao.com