Nzungu lança o single “Sant’Emidio”, gravado na igreja Santíssima Trinità em Aielli, Itália. Sendo um dos três padroeiros desta igreja ( juntamente com S. Rocco e S. António de Padova), Sant’Emidio é venerado por ser o protetor contra os terramotos, fenómeno recorrente nesta região da província de Áquila. Este tema foi produzido e filmado no âmbito do Festival Borgo Universo em 2021.
Performed in Santíssima Trinità church, Aielli.
Special thanks to Palomart Network, Borgo Universo and Mirko Perna.
“Cumbia Antifascista” dos Ramblers Parade foi lançado em Maio de 2022.
La Macchina Volante – “O Espelho” (2022) (single)
La Macchina Volante – “O espelho” (2022) (single)
La Macchina Volante está de volta!
O projeto descrito como “gypsy tropical” pelo renomado produtor japonês Jun Miyake, que admirado com a mescla das raízes da música brasileira com o folclore europeu e aciganado. La Macchina Volante reaparece de uma pausa de oito anos, e chega com lançamentos de singles inéditos do álbum O Circo, começando em 10 Julho com Segura ele, Zé Se, que conta com os luxuosos vocais da banda italiana Selton. No dia 26 do mesmo mês será lançado o single “O Espelho”.
O circo sairá na íntegra no início de outubro, em todas as plataformas.
Nascido e criado numa família de músicos, na ilha de São Vicente, começou desde cedo a dar sinais que tinha a sua estrelinha na música. Rapidamente entrou no circuito musical nacional, e com apenas 22 anos integrou tours mundiais ao lado de Eneida Marta bem como outros músicos de renome.
Durante 20 anos trabalhou como músico freelancer onde integrou bandas como Kussondulola, Mercado Negro, Bonga, Orquestra Cesária Évora, Tito Paris, Jon Luz, Lura, Nancy Vieira, Elida Almeida, Dino D’Santiago, Richie Campbell, General D, Boss AC entre outros. Desde o funk aos vários estilos musicais dentro da música tradicional africana, passando pelo jazz e até pelo metal por onde começou, é detentor das mais quentes linhas de baixo dando aquele “calor” que as músicas precisam.
Estreia-se agora a solo com o seu single “Animal inna Carnival” com a participação especial de Milton Gulli.
“Animal inna Carnival” fala-nos da falta de liberdade e opressão do sistema presentes na sociedade em que vivemos com uma linguagem afro reggae, tão marcada pelas influências musicais do artista, consegue-se sentir a sua raíz cabo-verdiana fruto da sua herança cultural e experiência profissional.
Abe Pe Show #1: Nana Motobi – “Mic&Beat” (2022) (EP)
A Abe Pe Show #1: Nana Motobi – “Mic&Beat” (2022) (EP)
Abe Pe Show é um grupo/equipe de produção musical, fundado por Nana Kofi Osei (artisticamente conhecido como Nana Motobi). Inicialmente o objetivo era produzir as músicas de Nana Motobi, mas ao longo do processo abriram-se novo caminhos e novas produções que envolveram outros artistas e proporcionaram novos encontros, assim como novas partilhas e conhecimentos.
Hoje às 19h divulgamos a playlist “Abe Pe Show” #1, que contem o album de Nana Motobi “Mic & Beat”. É o seu novo projeto, lançado no outono de 2021. Trata-se de uma album que o próprio Motobi pretende promover, através da plataforma Abe Pe Show, que será um espaço dedicado à ligação de artistas, produtos e serviços para o crescimento e reconhecimento internacional do setor hip hop, afro beat, afro trap, drum & bass, dancehall.
Nana Motobi, rapper e produtor do Gana, deu-se a conhecer no contexto musical local, nacional e internacional graças à sua energia explosiva no palco. A sua é uma experimentação musical contínua entre a tradição africana e a modernidade, numa mistura de sabores e ritmos, rap, afro beat, hip life, reggae, trap e dancehall.
Isabel Rato – “Luz” (2022)(álbum)
Isabel Rato Quinteto – “Luz” (2022) (álbum)
ISABEL RATO QUINTETO APRESENTA: NOVO DISCO “LUZ”
“Isabel Rato move-se entre o jazz e a tradição clássica com a elegância de quem caminha sobre nuvens de sonhos. Parece trazer a paz, mas não esquece a luta das almas. O disco do seu Quinteto chama-se “Luz” (CD Nischo 2022), e é muito estimulante. O piano é a síntese, ou seja, o grande unificador deste disco que segue as águas do jazz como referência (…). Junte-se aqui que Isabel Rato une as qualidades de instrumentista e compositora. Afinal ela faz parte dessa nova geração de novos, ativos e ambiciosos nomes que vão abrindo janelas para a planície musical a partir do jazz. Por isso, jazz, clássica e tradição folclórica unem-se, e no caso deste novo disco, também ligações outras, como as de um compositor israelita, Shai Maestro (escute-se “From One Soul to Another”) ou da voz da Cristina Branco (Ó Laurinda, Linda , Linda” é magnífico), da Sofia Vitória ou mesmo do Quarteto Arabesco. Com ela trabalham João David Almeida, João Capinha, João Custódio e Alexandre Alves, músicos de uma solidez gravitacional. Disco de grandes afinidades portuguesas em torno de sons mais globais. (…) E é uma lufada de ar fresco no nosso reino musical, renovando. Algo de que a música portuguesa necessita.”
Ululo – “TooLateMan Live Sessions”
ULULO estreia-se ao vivo com as TooLateMan Live Sessions. Um concerto intimista onde o artista apresenta três músicas inéditas além do single já disponível em todas as plataformas – “Poço”. Acompanhado por Andreia João na voz e percussões, Tomás Alves na voz, baixo e baixo synth, Tiago Santos na bateria e Paulo das Cavernas nas percussões. O video foi produzido em conjunto com a Negrilho Prod e foi gravado nos TooLateMan Studios. O audio ficou a cargo de Dominik Borde e Ary Eletrodelic, a captação de video por João Alkmim e João Azevo e a edição e realização por Gonçalo Sarmento.
ULULO é Gonçalo Sarmento – uma voz presente em várias frentes, como Terrakota e Terra Livre, onde teve um papel de protagonismo como compositor, cantor e multi-instrumentista.
Tendo dedicado a sua vida à exploração de várias culturas musicais através estudos e viagens, chega inevitavelmente ao encontro do seu próprio reflexo, mergulhando na pesquisa labiríntica do que poderia ser a evolução natural de uma tradição Portuguesa perdida. O resultado é experimental, eclético e aberto, com raízes profundas – uma visão contemporânea sobre uma complexa cultura ancestral Portuguesa.
Temáticas honestas e transversais são exploradas em formas poéticas de sabor trovadoresco, cantadas sobre influencias tanto Árabes, Africanas e Afro-Brasileiras adornadas pela pressão sonora do Rock.
Um imaginário contemporâneo profundamente inspirado no passado, trilhando antigas rotas de comércio para compreender um passado que precisa de ser relembrado e limpo, e entrando pelo Mar Mediterrâneo, rumo ao velho mundo e à pré-história. “
La Macchina Volante – “Nomacidade” (On the road)(2022) (single)
Nomacidade completa 10 anos.
O primeiro álbum do projeto La Macchina Volante retorna ao mundo com a versão On The Road, que será lançada no próximo dia 15 de julho, assinado pela Stone Milk Records.
NOMACIDADE é um álbum simples e autêntico. O que importa em sua estética são antes as sonoridades que os sentidos, onde a busca importa mais que os significados.
Eis um disco cheio de paisagens e perfumes inventados.
A Sul – “Já Agora” (2022) (EP)
Sou a Cláudia, formei-me na área do Som, mais concretamente, para cinema/televisão. Desde 2020 que comecei a desenvolver um EP e fui ganhando alguma prática na área da produção musical. Gravei, escrevi e produzi todas as canções.
O “Já Agora” fala da nossa inércia perante as adversidades da vida e como mais tarde ou mais cedo teremos de enfrentar certas coisas. Uma ode a tudo aquilo que nos bloqueia e que nos faz viajar para um mundo inocente e seguro. Longe das responsabilidades do real.
A Sul é o meu nome artístico. O “Já Agora” é o nome do EP, e no dia que estrear o EP, sairá juntamente um videoclip para uma das músicas que também se chama “Já Agora”.
João Pires – “CAÊ” (2022) (single)
O terceiro disco, “Guarida”, de João Pires sai no dia 09 de Setembro e “CAÊ”, avanço com videoclipe (realizado por Marina Vismara), é o segundo tema a antecipar a sua edição (que será de autor). André Xina (programação electrónica) e Juninho Ibituruna (percussões) acompanham Pires neste seu novo tema.
O compositor e guitarrista português desvendou o caminho que percorreu até chegar ao sucessor de Lisboando:
“Tem tempo que queria registrar uma obra voltada para o instrumento que me tem acompanhado ao longo da vida: a viola! A pandemia acabou por ser um portal maravilhoso, pois deu-me o tempo e o espaço. Permitiu me mergulhar em rascunhos que fui acumulando ao longo de viagens, reflexões, emoções, vivências e encontrar um ‘argumento’ honesto que contasse uma história através de 10 canções. Foi um processo maravilhoso, que me trouxe ânimo e abrigo enquanto o mundo tendia a arder lá fora. Entre retiros na Beira Alta com a família e em casas de amigos fui gravando os temas a pouco e pouco. Junto comigo nesta empreitada musical o Juninho [Ibituruna] e o Xina, que trouxeram o universo deles eletroacústico tão peculiar.”
O membro de grupos como Cordel e Coladera (que até foram remisturados pelos alemães Jazzanova, por exemplo) tem construído uma proveitosa carreira que, para além de tudo o que foi anteriormente mencionado, ainda conta com colaborações com nomes como Aline Frazão e Dino D’Santiago ou composições para outros como aconteceu com Sara Tavares em “Ter Peito e Espaço“.
Aquafaba – “Electric City” (2022)(álbum)
Aquafaba transcende diversidade cultural com seu segundo álbum. Re-imagine o Tropicalismo brasileiro se expandindo pela América Latina, dos Andes ao Caribe, teleportando para Berlim moderna onde Aquafaba pode mais livremente e expressar sua ‘saudade’ psicodélica com letras transgressivas em português, espanhol e inglês cheias de Folk, Jazz ‘n’ Soul. A banda está lançando seu segundo álbum “Electric City” em julho de 2022.
A dupla baseada em Berlim, Cristóbal Rey (Chile) e Danilo Timm (Brasil), lidera o projeto Aquafaba e dá as boas-vindas a sua segunda gravação analógica em estúdio. O álbum intitulado “Electric City” será lançado no próximo verão de 2022 e haverá quatro singles e vídeos oficiais disponíveis: Vênus – com Aline Wirley e Ícaro Silva, Mania de Você – com Salma – Carne Doce, Se Me Dá Prazer, e Electric City. Os formatos vinil, digital e CD terão 10 faixas. O som do projeto reflete a complexidade do encontro de dois universos paralelos unidos em um continente: América do Sul. A banda se move através de influências regionais robustas e de uma vasta gama rítmica: A influência do Funk e Disco dos anos 70, a intriga do samba, a contagialidade do forró nordestino, a ousadia não linear do jazz e a sutil liberdade transgressora de Berlim. A diversidade cultural permeia seu som e se revela elegantemente em suas letras escritas em português, inglês e espanhol. Preservação ambiental, fortalecimento pessoal, expansão da consciência, bem como a manifestação de diferentes tipos de desejos, são temas presentes no mundo inclusivo e fabuloso de Aquafaba.
A BANDA
Além desta dupla dinâmica, uma ampla força multicultural envolve o projeto, há mais 4 membros residentes em Berlim, vindos de outros quatro cantos do mundo: Tomás Peralta no baixo (Chile), Yanina Lombardi na flauta, saxofone e backing vocals (Argentina), Neus Kahlo no violino e backing vocals (Espanha) e Pier Ciaccio na bateria (Itália).
O álbum foi co-produzido por Tomás Peralta – Blue Whale Records (Berlim), em parceria com Danilo e Cristóbal. Com apenas 16 canais, a gravação foi capturada analogamente com instrumentos como charango, saxofone, violino, rodas, guitarra elétrica e percussões brasileiras.